Esportes

Mário Bittencourt convoca coletiva para avaliação dos 100 dias de gestão

Presidente deu detalhes sobre a venda de Pedro para a Fiorentina e falou sobre a fornecedora de material esportivo.

Por Redação Tupi

Foto: Lucas Merçon/FFC

Desde que assumiu o Tricolor, Mário Bittencourt e Celso Barros encontraram diversos problemas no clube. O mais grave era o financeiro. Funcionários com salários atrasados, contas não pagas, débito, reclamação de fornecedores e outras coisas mais. A nova gestão realizou, nesta quarta-feira, uma entrevista coletiva para falar dos 100 dias de gestão no Tricolor.

“Encontramos um cenário de quase 90 dias de atraso e com muito fornecedores reclamando, como luz, gás, plano de saúde dos funcionários. Criamos um comitê de crise, que tem alguns profissionais das áreas financeira, administrativa e jurídica do clube. Fizemos muitas medidas emergenciais e outras que estavam previstas no plano de gestão”

Mário deu detalhes da venda de Pedro para a Fiorentina.

“Recebemos a informação de que no ano passado ele recebeu uma proposta de 18 milhões de euros, e o Fluminense teria direito a metade desse valor. Ele se machucou e o negócio acabou não acontecendo. Quando chegamos, colocamos uma condição: queríamos um valor sobre a nossa parte e uma porcentagem para venda futura. Queríamos pelo menos 8 milhões de euros. E conseguimos. Nós ficamos com 8 milhões de euros pela nossa parte e o Artsul ficou com 3. O Artsul aceitou ficar com uma parte menor pelos seus 50%. Além disso, ficamos com 20% dos direitos econômicos para lucrar com uma futura venda. E lá na frente dividiremos o valor com o Artsul”.

O presidente fez um apelo para que a torcida se tornasse sócios-torcedores, pois ajudará o clube a arcar com os salários dos jogadores.

“Desde que assumimos, tivemos sete jogos no Maracanã, com média de 28 mil pessoas e ticket médio de R$ 24,96. Se tivéssemos essa média de público aderindo ao Sócio Futebol, conseguiríamos pagar a folha do futebol. O nosso maior patrocinador é o sócio. Precisamos muito dessa ajuda”.

Como a Under Armor não permanecerá, o presidente confirmou que mantém conversas com outra fornecedora.

“Estamos negociando com um novo fornecedor de material esportivo. A tendência é que apresentemos o novo uniforme na primeira quinzena de 2020. A Under Armor já anunciou que não ficará não só no Fluminense, mas no futebol de uma maneira geral. Temos uma procuração da empresa para negociar com um novo parceiro”.

Bittencourt também comentou sobre o “projeto Laranjeiras”. Será criado uma comissão para analisar a ideia e avaliar novas ideias.

“Fiz uma reunião com o grupo e foi excelente. Estamos criando uma comissão interna para avaliar tecnicamente o projeto e trabalhar junto. Deixei claro que aquele é um projeto, mas o Fluminense está aberto a outros. Por isso, vamos criar essa comissão para avaliar. O grupo que me apresentou foi muito correto e disse que o projeto é para a instituição, por isso aceitaram a entrada dessa comissão. Vai passar por viabilidade financeira, estrutural… Somos defensores se houver essa viabilidade”.

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