Botafogo

Honda é apresentado no estádio Nilton Santos e diz que vai dar “muitas alegrias” para a torcida contra o Flamengo

Meia japonês afirma que participação dos torcedores do Botafogo nas Redes Sociais foi determinante para ele aceitar jogar no Brasil

Por Beto Jr e Matheus Emannuel

Foto: Matheus Emanuell e Raphael Saladich/TUPI

Em uma manhã que entrará para a história do Botafogo, o clube alvinegro da estrela solitária apresentou o meia Honda, maior jogador da história do futebol japonês como o seu novo reforço para a temporada. O camisa 4, que respondeu a maioria das perguntas em inglês, comentou sobre os motivos que o levaram a aceitar a proposta do Botafogo.

“Decidi vir para cá porque as pessoas daqui estavam esperando por mim. Eles vieram, fizeram contato pelas redes sociais. Senti essa emoção deles, essa animação. Acho que essa paixão dos torcedores me fez decidir vir para cá. Tive algumas ofertas da Europa e da Ásia, além do Botafogo. Não foi fácil decidir, porque muitos outros clubes também fizeram boas ofertas”, revelou.

Recepcionado por mais de 2 mil torcedores no Aeroporto Internacional do Galeão na última sexta-feira(07), o meia se mostrou surpreso com tamanho carinho da torcida e respondeu sobre a pressão que isso pode causar ponta da alta expectativa com relação ao seu desempenho com a camisa alvinegra.

“Ontem (sexta-feira), até fui pego de surpresa por tanta gente e tanta paixão. Nunca senti isso na minha carreira. Quando fui para o Milan, também houve muito torcedor e me senti pressionado. Ontem, foi maior ainda. Quando fui para o México, achei que não tinha tanta pressão porque não dava para ser maior do que no Milan. Agora, não. No Brasil, como japonês, penso no que posso fazer. Sinto essa pressão e gosto disso. Quero retribuir a todos”.

Confira os principais trechos da entrevista:

O jogador afirmou que a comoção dos botafoguenses nas Redes Sociais foi comovente e que isso fez com que ele aceitasse a proposta do Botafogo.

Honda também disse não falar muitas palavras em português, apenas “obrigado” e se disse pronto para ajudar a todos.

Em outro momento Honda se disse muito feliz de poder retribuir toda ajuda que os brasileiros deram ao futebol japonês. Ele lembrou das passagens de grande jogadores que ajudaram o Japão a chegar pela primeira vez em uma Copa do Mundo em 1998 e a partir desse mundial o pais participou de todas as Copas.

O camisa 4, revelou que a recepção que teve na chegada no aeroporto fez ele sentir uma pressão diferente da pressão que ele sentiu quando chegou ao Milan. Na chegada para jogar no Rubro-Negro italiano Honda sentiu pressão de jogar. Agora ele senti uma pressão boa, um desafio.

Honda afirmou que vinha treinando sozinho diariamente e acredita que em duas ou três semanas já poderá entrar em campo.

Honda afirma – Só tenho a agradecer ao Zico por tudo o que ele fez por nós. Por isso, não quero que ele fique chateado comigo, mas tenho que jogar bem. Na Europa, as rivalidades também são muito fortes, sei como é. Aqui, creio que vou sentir algo parecido. Quero jogar bem contra o Flamengo para dar alegria aos botafoguenses.

“No Botafogo, posso jogar conduzindo o jogo, porque temos muitos atacantes bons e jovens. Por isso, quero aproveitar essa qualidade desses jovens. Quero ser um armador, um meia-atacante para ajudá-los”. Revelou o camisa 4.

Mais de 10 mil torcedores estiveram presentes nas arquibancadas do estádio Nilton Santos para ver o ex-jogador do Milan e da seleção japonesa e três Copas do Mundo.

 

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