Esportes
Jogadora de basquete é detida antes de viagem e situação médica preocupa defesa
Pivô da Universidade de Kentucky está sob custódia da imigração e precisa de operação urgente; seu paradeiro é desconhecido pelas autoridades
Aminata Amina Seck, pivô de 26 anos da equipe de basquete da Universidade Estadual de Kentucky, está sob custódia do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). A atleta senegalesa foi detida por problemas na renovação do seu visto de permanência no país.
A defesa da jogadora alerta para a urgência do caso devido ao seu delicado estado de saúde. Segundo a advogada Sadiqa Reynolds, Amina sofre com dores intensas e precisa de uma cirurgia imediata. Ela se recuperava de uma operação anterior nas costas quando sofreu uma nova lesão grave.
Complicações médicas e visto
O atraso na documentação que levou à prisão teria sido causado pelo longo período de reabilitação médica da atleta. De acordo com seus representantes legais, Amina foi abordada por agentes federais em 7 de agosto, no Aeroporto Internacional Muhammad Ali, em Louisville.
No momento da detenção, ela embarcava para uma competição esportiva com a delegação de sua universidade. Existem informações divergentes sobre a lesão atual. Publicações da defesa em redes sociais citam uma ruptura no tendão de Aquiles, enquanto declarações ao jornal “Courier-Journal” mencionam uma lesão no ligamento cruzado anterior (LCA).
Independentemente do diagnóstico, a equipe jurídica reforça que o ambiente de detenção agrava o quadro clínico da jogadora.
Dificuldade na localização da atleta
A falta de transparência sobre o paradeiro da senegalesa gera apreensão. O nome de Amina não aparece no sistema público de busca de detentos mantido pelo ICE, o que dificulta o monitoramento oficial de sua situação jurídica e de saúde.
Informações preliminares indicam que ela teria sido transferida para uma unidade em Chicago. Até agora, o único registro formal de sua passagem pelo sistema prisional foi encontrado na lista de custodiados do Centro de Detenção do Condado de Grayson, em Kentucky, onde o caso começou.