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4 clubes SAF lideram ranking das maiores dívidas do futebol brasileiro
Confira a lista das maiores dívidas do futebol brasileiro em 2025; quatro clubes SAF estão no topo do ranking
O levantamento mais recente sobre as maiores dívidas do futebol brasileiro revelou um cenário preocupante para as finanças dos principais times do país. Entre os cinco primeiros colocados, quatro operam no modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o que acende um alerta sobre a gestão e o controle financeiro dessas equipes.
Segundo dados compilados por consultorias especializadas, as dívidas líquidas ultrapassam a marca de bilhões de reais. Além disso, alguns desses clubes convivem com alto custo de manutenção de elenco e despesas operacionais que dificultam a redução desse passivo.
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SAF não garante estabilidade financeira
O modelo SAF foi criado para permitir que clubes reestruturassem suas finanças, atraíssem investidores e quitassem dívidas de forma mais organizada. No entanto, a presença de quatro SAFs no topo do ranking mostra que a mudança de gestão, por si só, não é garantia de saúde financeira. De fato, sem planejamento de longo prazo e responsabilidade orçamentária, o problema tende a se agravar.
Clubes mais endividados em 2025
De acordo com o estudo, o clube que lidera a lista acumula dívida líquida próxima a R$ 1 bilhão, seguido de outras equipes que também ultrapassam a casa dos R$ 500 milhões. Portanto, mesmo com receitas consideráveis, o descontrole nas despesas continua sendo um fator determinante para o endividamento.
Gastos e receitas
Boa parte dessas dívidas se deve a investimentos altos em contratações, salários e premiações, muitas vezes sem retorno esportivo equivalente. Além disso, atrasos em repasses de direitos de TV, receitas de bilheteria menores que o esperado e resultados ruins em campo contribuem para a crise financeira.
Impacto esportivo
O endividamento excessivo não afeta apenas o balanço financeiro, mas também a performance dentro de campo. Elencos com salários atrasados e instabilidade administrativa tendem a render menos, o que compromete campanhas e reduz ainda mais as receitas futuras.
Perspectivas para o futuro
Especialistas apontam que, para reverter o quadro, é necessário combinar receitas estáveis, cortes de gastos e acordos de refinanciamento. Portanto, a gestão profissional e o cumprimento rigoroso de metas financeiras são essenciais para que os clubes saiam da lista dos mais endividados.
Em resumo, o ranking mostra que, embora o futebol brasileiro movimente cifras milionárias, a má gestão ainda é um obstáculo para a sustentabilidade. Sem ajustes imediatos, os números podem crescer e comprometer a competitividade das equipes nos próximos anos.