Esportes
O que aconteceu com os jogadores de 1962 após a Copa e as tragédias que chocam até hoje
Do auge da glória a destinos marcados por perdas
Os jogadores de 1962 formaram a base do bicampeonato mundial no Chile, um elenco marcado por talento, liderança e decisões históricas. Após o auge em campo, cada um seguiu caminhos distintos, com trajetórias que ajudam a compreender o impacto humano e esportivo daquele título.
Como seguiram a vida os jogadores de 1962 após a Copa do Mundo?
Alguns nomes viveram carreiras relativamente tranquilas após encerrar a passagem pela Seleção. Houve quem se tornasse treinador, dirigente ou referência técnica, mantendo vínculo com o futebol por décadas.
Esses atletas conseguiram transformar o prestígio da Copa em estabilidade profissional, encerrando a vida de forma discreta, porém respeitada, longe de grandes controvérsias públicas.
Quais trajetórias marcaram defensores, líderes e atacantes do elenco de 1962?
Entre defensores e laterais, muitos seguiram atuando em alto nível por longos anos, influenciando gerações seguintes pela regularidade e inteligência tática. Alguns enfrentaram desafios pessoais, mas deixaram contribuições sólidas dentro e fora de campo.
Já entre atacantes e líderes, houve destinos mais contrastantes. Alguns se tornaram ícones eternos do futebol mundial, enquanto outros tiveram despedidas precoces, reforçando o caráter imprevisível da vida após o estrelato esportivo.

Quais destinos e falecimentos marcaram os jogadores de 1962?
| Jogador | Função na Copa | Falecimento |
|---|---|---|
| Didi | Maestro do meio-campo | 2001, aos 72 anos, câncer |
| Gilmar | Goleiro titular | 2013, aos 83 anos, ataque cardíaco |
| Mauro Ramos | Zagueiro e capitão | 2002, aos 72 anos, câncer |
| Djalma Santos | Lateral-direito | 2013, aos 84 anos, pneumonia |
| Nílton Santos | Lateral-esquerdo | 2013, aos 88 anos, infecção pulmonar |
| Vavá | Atacante decisivo | 2002, aos 67 anos, AVC |
| Pelé | Referência técnica | 2022, aos 82 anos, câncer de cólon |
| Zagallo | Ponta e líder tático | 2024, aos 92 anos, causas naturais |
Quais pontos resumem as trajetórias dos jogadores de 1962 após o título?
- Alguns seguiram carreira como técnicos ou dirigentes
- Outros mantiveram vida discreta longe dos holofotes
- Houve despedidas marcadas por doenças graves
- Parte do elenco viveu longevidade acima da média
- O grupo manteve forte legado técnico e histórico
- O bicampeonato seguiu como principal marca coletiva
Selecionamos um conteúdo do canal Vida Depois dos Gramados, que conta com mais de 1,3 mil inscritos e já ultrapassa 23 mil visualizações neste vídeo, apresentando relatos sobre o destino de jogadores da seleção brasileira após a Copa do Mundo de 1962. O material destaca circunstâncias históricas e pessoais envolvendo as mortes de ex-atletas, contextualizando os acontecimentos ao longo dos anos e o período vivido por esses jogadores fora dos gramados, alinhado ao tema tratado acima:
Por que os jogadores de 1962 seguem como símbolo do futebol brasileiro?
Os jogadores de 1962 representam uma geração que consolidou o Brasil como potência mundial. Mais do que títulos, deixaram um modelo de jogo, liderança e identidade que atravessou décadas.
Mesmo com destinos pessoais distintos, o legado coletivo permanece intacto. A memória desses atletas reforça a grandeza do bicampeonato e ajuda a compreender por que aquela seleção ainda ocupa lugar central na história do futebol brasileiro.