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Os 5 maiores ‘grupos da morte’ que os times do Rio já enfrentaram na Libertadores
Relembre as chaves mais difíceis de Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo na história da competição e veja como eles se saíram nesses desafios
A expectativa pelo sorteio da fase de grupos da Libertadores da América sempre deixa os torcedores em alerta. A possibilidade de cair em um chamado “grupo da morte” revive memórias de desafios históricos para os times do Rio de Janeiro. Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo já encararam chaves complicadíssimas, que testaram seus limites logo no início da competição.
Relembrar esses confrontos mostra como o caminho para a Glória Eterna pode ser árduo desde os primeiros passos. Cada um desses grupos exigiu superação, estratégia e, por vezes, um pouco de sorte para avançar no torneio mais cobiçado do continente.
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Botafogo de 2017: a superação contra o campeão
O retorno do Botafogo à Libertadores em 2017 foi marcado por um dos grupos mais difíceis daquela edição. O clube carioca teve pela frente o Atlético Nacional, da Colômbia, que era o então campeão do torneio. Completavam a chave o Estudiantes, da Argentina, e o Barcelona de Guayaquil, do Equadro.
Contra todas as previsões, o time alvinegro não apenas se classificou, mas terminou na liderança do grupo. A campanha surpreendente foi um dos grandes destaques daquela Libertadores, levando a equipe até as quartas de final.

Troféu da Libertadores. Foto: depositphotos.com/thenews2.com
Vasco de 2018: um grupo com três campeões
O Vasco da Gama encontrou um cenário duríssimo em sua participação de 2018. O grupo 5 reunia três campeões continentais: o próprio Vasco, o Cruzeiro e o Racing, da Argentina. A Universidad de Chile completava a chave, tornando cada partida um verdadeiro clássico.
A força dos adversários se provou demais para a equipe cruzmaltina, que não conseguiu avançar. O time terminou na terceira colocação, sendo transferido para a Copa Sul-Americana, em uma chave que exigiu nível máximo de competitividade desde o primeiro jogo.
Flamengo de 2017: a queda inesperada
Com um elenco recheado de estrelas e alto investimento, o Flamengo chegou à Libertadores de 2017 como um dos favoritos. O sorteio, no entanto, reservou um caminho espinhoso. A equipe caiu no grupo com San Lorenzo, da Argentina, Universidad Católica, do Chile, e o Athletico Paranaense.
A chave se mostrou extremamente equilibrada, sendo decidida apenas na última rodada. Em uma noite dramática em Buenos Aires, o Flamengo perdeu para o San Lorenzo e acabou eliminado precocemente, terminando na terceira posição.

Nenê (Foto: Lucas Merçon / Fluminense FC)
Fluminense de 2021: o desafio contra o River Plate
Enfrentar o River Plate de Marcelo Gallardo já era um desafio por si só, mas o Fluminense teve essa missão em 2021. Além do gigante argentino, o grupo contava com os colombianos Santa Fe e Junior Barranquilla, adicionando a dificuldade da altitude e de longas viagens.
O Tricolor, porém, fez uma campanha memorável. O time não só se classificou como terminou na liderança da chave, com direito a uma vitória histórica por 3 a 1 sobre o River Plate em pleno estádio Monumental de Núñez, na Argentina.
Flamengo de 1981: o caminho do primeiro título
Talvez o “grupo da morte” mais emblemático da história de um time carioca tenha sido o do Flamengo em 1981. Naquele formato, a chave contava com apenas três equipes, e só o líder avançava. Os adversários eram o Atlético Mineiro, seu grande rival nacional na época, e o Cerro Porteño, do Paraguai.
A disputa com o Galo foi tão acirrada que os dois times terminaram empatados em todos os critérios. A vaga para a fase seguinte foi decidida em um polêmico e histórico jogo de desempate, que classificou o time rubro-negro. Daquele grupo duríssimo, a equipe de Zico arrancou para conquistar seu primeiro título continental.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.