Esportes
Palmeiras fixa valor elevado por Vitor Roque e condiciona venda a propostas até o meio da temporada
Atacante de 20 anos tem contrato longo e alto potencial de revenda
O interesse do futebol europeu em Vitor Roque voltou a ganhar força em 2025, especialmente após o bom desempenho do atacante com a camisa do Palmeiras. O centroavante, de apenas 20 anos, aparece como um dos nomes mais comentados do mercado da bola e passou a ser monitorado de perto por clubes da Premier League. Mesmo com o assédio, a diretoria alviverde trabalha com a ideia de manter o jogador no elenco ao menos até o meio do ano.
Por que o Palmeiras avalia Vitor Roque em R$ 310 milhões
Em 2025, Vitor Roque reúne três fatores que chamam a atenção de investidores: idade, desempenho recente e potencial de revenda. O Palmeiras definiu um valor de cerca de 50 milhões de euros, próximo de R$ 310 milhões na cotação atual, como referência para iniciar qualquer conversa, postura que reflete a convicção do clube em relação ao impacto esportivo e financeiro do atacante.
Na avaliação da diretoria, o centroavante apresenta números consistentes desde a chegada ao Verdão, com boa média de gols e participações diretas em lances ofensivos decisivos. Com contrato até dezembro de 2029, o vínculo longo fortalece a posição palmeirense, reduz a pressão por venda imediata e abre espaço para incluir cláusulas de desempenho e bônus em competições internacionais que podem elevar o valor final de uma futura transferência.

Quais clubes da Premier League monitoram Vitor Roque
O monitoramento de Vitor Roque na Premier League envolve principalmente equipes que buscam renovação no setor ofensivo. Entre os interessados, ganham destaque Chelsea, Tottenham e Manchester United, todos em processo de reconstrução e atentos ao perfil de centroavante móvel do brasileiro, capaz de atacar a profundidade e pressionar a saída de bola adversária.
Para o Tottenham, a possível saída de Richarlison ao fim da temporada pode abrir espaço financeiro e esportivo para outro camisa 9 jovem. Já Chelsea e Manchester United analisam o jogador dentro de um leque de opções, levando em conta o desempenho atual, a experiência anterior no futebol europeu e o histórico de adaptação à Europa, além da política recente de investimento em atletas sub-23.
- Chelsea: procura opções jovens de ataque para complementar e oxigenar o elenco;
- Tottenham: pode usar uma venda importante para investir em um novo camisa 9;
- Manchester United: busca peças para diversificar o setor ofensivo e reduzir a dependência de poucos nomes.
Como foi a primeira experiência de Vitor Roque no futebol europeu
A trajetória de Vitor Roque na Europa antes de chegar ao Palmeiras explica parte da cautela atual dos clubes. O atacante foi contratado pelo Barcelona ainda muito jovem, após se destacar no Athletico Paranaense, mas teve dificuldades para se firmar no time principal sob o comando de Xavi e, depois, de Hansi Flick, acumulando poucas oportunidades em sequência.
Para ganhar minutagem, o centroavante foi emprestado ao Real Betis, onde teve algum tempo de jogo, porém com rendimento abaixo das expectativas que cercaram sua ida à Europa. Somando Barcelona e Betis, não passou de 50 partidas oficiais e marcou menos gols do que se projetava, cenário que contrasta com a retomada de protagonismo no futebol brasileiro e com a revalorização obtida no Palmeiras.
- Formação no Athletico Paranaense e venda para o Barcelona;
- Dificuldade de adaptação e pouca sequência no time catalão;
- Empréstimo ao Real Betis em busca de mais minutos;
- Retorno ao Brasil e novo ciclo no Palmeiras;
- Revalorização no mercado da bola e interesse renovado de clubes ingleses.
Confira a publicação do vitor_roque9, no Instagram, com a mensagem “Confie no processo, pois cada fase tem um motivo”, destacando mensagem de fé e perseverança, aprendizado ao longo da jornada e o foco em propósito, gratidão e confiança em Deus:
Quais fatores podem definir o futuro de Vitor Roque no Palmeiras
O desfecho da situação de Vitor Roque no Palmeiras deve depender do desempenho até o meio do ano, da qualidade das propostas concretas da Europa e da estratégia financeira do clube. Uma sequência consistente em competições como Campeonato Brasileiro e CONMEBOL Libertadores tende a mantê-lo em evidência e a aproximar ofertas do patamar desejado pela diretoria.
Também pesam na decisão a necessidade de reforço de caixa, o planejamento esportivo para as próximas temporadas e o cenário do mercado internacional, cada vez mais agressivo, sobretudo por parte da Premier League. A forma como o atacante atuará em jogos decisivos, uma possível convocação para a Seleção Brasileira principal e a oscilação do câmbio do euro podem influenciar diretamente o momento, o formato e o tamanho de uma eventual negociação, que pode se tornar uma das maiores vendas da história do clube.