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Relembre 5 técnicos estrangeiros que marcaram a história do Flamengo
De Fleitas Solich a Jorge Jesus, o clube já teve gringos de sucesso (e outros nem tanto); veja a lista dos que deixaram sua marca na Gávea
A especulação sobre a chegada de um novo comandante estrangeiro ao Flamengo, com o nome do português Leonardo Jardim circulando nos bastidores, reacende uma antiga tradição do clube: a busca por talentos além das fronteiras brasileiras. A história rubro-negra é rica em passagens de treinadores de outras nacionalidades, com capítulos de glórias históricas e algumas frustrações marcantes.
Essa relação entre o clube da Gávea e os “gringos” é um roteiro de altos e baixos. Desde paraguaios que viraram lenda a europeus que revolucionaram o futebol local, a aposta em uma visão de fora já rendeu frutos inesquecíveis. Ao mesmo tempo, algumas tentativas se provaram decepcionantes. Relembre cinco nomes que deixaram sua marca no comando do time.
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Fleitas Solich
O paraguaio Manuel Fleitas Solich é um dos nomes mais reverenciados da história flamenguista. Conhecido como “El Brujo” (O Bruxo) ou “Feiticeiro da Gávea”, ele comandou o time na conquista do segundo tricampeonato Carioca, entre 1953 e 1955. Sua passagem é lembrada não apenas pelos títulos, mas pela implementação de um estilo de jogo moderno para a época, que marcou uma era no Maracanã.
Armando Renganeschi
O argentino foi outro que gravou seu nome na galeria de ídolos do clube. Como técnico, Renganeschi liderou o Flamengo ao título do Campeonato Carioca de 1965, ano em que o Rio de Janeiro comemorava seu IV Centenário. O troféu teve um sabor especial por ter sido conquistado em um período de forte rivalidade com os rivais da cidade.
Reinaldo Rueda
Em um passado mais recente, o colombiano chegou ao clube em 2017 com a missão de trazer títulos de peso. Embora seu trabalho tenha sido consistente, a passagem ficou marcada pelo “quase”. Sob seu comando, o Flamengo foi vice-campeão da Copa do Brasil e da Copa Sul-Americana no mesmo ano, deixando um gosto amargo na torcida, apesar de ter reorganizado a equipe.
Jorge Jesus
Talvez o maior fenômeno estrangeiro da história do clube. O português, apelidado de “Mister”, chegou em 2019 e transformou o time em uma máquina de vencer. Com um futebol ofensivo e dominante, conquistou a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro no mesmo ano, além de outros títulos importantes em sua breve e avassaladora passagem. Deixou um legado de performance e uma saudade que ainda ecoa na arquibancada.
Domènec Torrent
O catalão chegou com a difícil missão de substituir Jorge Jesus em 2020. Ex-auxiliar de Pep Guardiola, sua contratação gerou grande expectativa, mas o resultado em campo não correspondeu. O time oscilou muito e sofreu goleadas históricas, como os 5 a 0 para o Independiente del Valle. Sua passagem foi curta e representou uma das maiores decepções recentes para os torcedores.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.