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Segue 100%! Em noite apagada de Neymar, Brasil bate o Chile e garante mais uma vitória nas Eliminatórias

Everton Ribeiro, do Flamengo, garantiu os três pontos do time de Tite

Por Bruno Gentile

Everton Ribeiro comemora gol pelo Brasil sobre o Chile pelas Eliminatória da Copa do Mundo de 2022, no Catar
(Foto: Lucas Figueiredo/CBF)

E segue o 100% de aproveitamento! Apesar de estar jogando pior do que o adversário em grande parte do jogo, a Seleção Brasileira venceu o Chile por 1 a 0, nesta quinta-feira (2), no Estádio Monumental de Santiago, em confronto válido pela nona rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022, no Catar, e agora chega pela primeira vez na história a sete vitórias em sete duelos na competição, isolando-se ainda mais na liderança e alcançando 21 pontos. Everton Ribeiro, na etapa complementar, fez a favor da Amarelinha. Com o resultado, os comandados do técnico Tite somam incríveis 17 gols no torneio e somente dois sofridos, ambos para o Peru.

O primeiro tempo foi lá e cá e ambas as equipes criaram oportunidades de gol, o que contribuiu para deixar a partida bem dinâmica. Quem começou dominando o controle das principais ações foram os brasileiros, girando a bola e tentando infiltrar, principalmente com a movimentação de Gabigol, do Flamengo, escolhido para iniciar como titular no ataque. Aos 8 minutos, boa chance de abrir o placar, com Lucas Paquetá. Neymar cobrou escanteio pela direita e o meia do Lyon subiu muito alto para cabecear sem mira e rente à trave de Bravo.

Os donos da casa não ficaram para trás e também se lançaram à frente, aos 19, com Vargas, do Atlético-MG. Após ótima jogada, o atacante recebeu pelo meio e, de longa distância, arriscou chute de perna direita. A tentativa, entretanto, passou por cima da meta defendida por Weverton, do Palmeiras. Na sequência, a Amarelinha emendou duas possibilidades de inaugurar o marcador, aos 24 e 26: Neymar avançou com a posse, tabelou com Paquetá e, da entrada da área, finalizou rasteiro, de chapa, mandando perto do goleiro. Depois, em rápido contra-golpe, Gabigol disparou do campo de defesa e, no mano a mano com a zaga, rolou para o camisa 10, que chegou concluindo de primeira e isolando.

A partir daí, os chilenos voltaram a intensificar o volume ofensivo e acuaram os comandados de Tite. Aos 29, a blitz dos mandantes teve início, com Vidal. O volante cobrou falta com força e efeito, e Weverton caiu bem para espalmar, só que em direção frontal. No rebote, Vargas cabeceou firme, reto, e o arqueiro evitou o tento com a ponta dos dedos, jogando para a linha lateral. Em seguida, aos 32, a rede até balançou. Isso porque Vidal cruzou, Mena ajeitou e Morales fez, mas a arbitragem flagrou impedimento do defensor esquerdo no lance. Aos 38, por último, o número 8 arrematou próximo à meia-lua e, novamente, exigiu grande intervenção de Weverton.

Na volta do intervalo, a Canarinha não retornou tão ligada e concentrada em relação aos 45 minutos anteriores e seguiu e os donos da casa seguiram atacando. Logo aos 3, o Brasil, por pouco, não sofreu o gol. Morales fez boa jogada pela faixa esquerda do campo e deixou em Vidal. O experiente cabeça de área aplicou lindo drible em Gérson, que entrou no lugar de Bruno Guimarães, tocando para Aránguiz, perto do círculo da cal. No momento do chute, porém, acabou sendo travado cirurgicamente por Alex Sandro.

Apesar de estar pior na partida e segurar enorme pressão dos adversários, a Seleção do técnico Tite conseguiu abrir o placar e mostrar que continua bem em dos mais importantes fatores dentro das quatro linhas: na eficácia. Aos 18, Danilo progrediu pelo lado direito e achou Everton Ribeiro. O camisa 11 acionou Neymar, que desperdiçou, cara a cara com Bravo, nas mãos do goleiro. Na sobra, o próprio jogador do Flamengo encheu o pé, de canhota, e balançou as redes, fazendo 1 a 0 no Estádio Monumental de Santiago. Na sequência, aos 22, Marquinhos quase ampliou, em finalização na direção da meta. Só que a tentativa saiu fraca e parou fácil no encaixe do arqueiro.

A partir da inauguração da contagem, o Chile continuou a atacar, porém, sem tanta organização tática e tranquilidade, afobando-se em alguns oportunidades. O Brasil, por sua vez, passou a se posicionar atrás e ocupar o campo defensivo, a fim de diminuir os espaços perto da área e evitando, dessa forma, os perigos do empate. Na reta final, o confronto, inclusive, tornou-se bastante faltoso e quatro cartões amarelos foram aplicados pelo árbitro. Mesmo com a blitz chilena, os brasileiros conseguiram segurar as investidas dos donos da casa e conquistou mais uma vitória.

Agora, com o sétimo triunfo em sete partidas – time de Tite segue com 100% de aproveitamento na competição -, a Seleção terá dois dias para se preparar visando ao grande clássico das Américas, contra a Argentina, no domingo (5), às 16h, na Neo Química Arena, em São Paulo, pela sexta rodada (atrasada) das Eliminatórias da Copa do Mundo. Os hermanos estão justamente em segundo lugar, com 15 pontos, a seis da Amarelinha, líder isolada. Para esse duelo, a Canarinha não poderá contar com o zagueiro Marquinhos, suspenso por receber o segundo amarelo.

 



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