Raio X da era Ancelotti: como chegam os 26 convocados do Brasil para a Copa do Mundo - Super Rádio Tupi
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Raio X da era Ancelotti: como chegam os 26 convocados do Brasil para a Copa do Mundo

Análise detalhada de Ancelotti expõe o momento de cada jogador para o Mundial de 2026

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FOTO: @rafaelribeirorio / CBF

A Seleção Brasileira chega à Copa do Mundo de 2026 com uma convocação marcada pelo equilíbrio entre experiência, momento técnico e apostas de impacto, mas também com nomes questionados. A lista de Ancelotti reúne jogadores consagrados, atletas recuperados ao longo do ciclo e peças que ganharam espaço na reta final antes do Mundial, substituindo unanimidades que ficaram fora por lesão.

A análise dos números, no entanto, exige contexto. Parte dos convocados atua na Europa e chega ao torneio com a temporada 2025/26 praticamente encerrada. Outros, que jogam no futebol brasileiro, ainda vivem o meio do calendário nacional, com compromissos pelo Brasileirão, Copa do Brasil e competições continentais até a paralisação para a Copa.

Rodrygo, Éder Militão e Estêvão estão lesionados. Ao mesmo tempo, jogadores contestados mantêm moral com Ancelotti.

Ancelotti (Foto: @rafaelribeirorio I CBF)

Jogadores contestados têm moral com Ancelotti

As estatísticas não contam toda a história de forma isolada. Danilo e Alex Sandro, por exemplo, carregam experiência e já disputaram outras Copas do Mundo, embora não sejam titulares absolutos no Flamengo. Fabinho, após um período fora da Seleção, voltou a ganhar força por características valorizadas por Ancelotti, como altura, imposição física e semelhança funcional com Casemiro.

Neymar, por sua vez, chega cercado de expectativa após dúvidas físicas, enquanto jovens como Rayan e Endrick aparecem como alternativas capazes de mudar jogos.

Neymar quebra a regra dos artilheiros do Brasil e desafia a ‘maldição’ das Copas aos 34 anos
Aos 34 anos, Neymar quebra “maldição” que atingiu lendas da Seleção – (Créditos: depositphotos.com / DURAOFOTO)

Lesões podem mudar convocação até a estreia

Apesar da lista de 26 nomes já estar definida, mudanças ainda podem ocorrer. Pelo regulamento da FIFA, um jogador inscrito pode ser substituído em caso de lesão grave ou doença, desde que haja comprovação médica e aprovação da entidade. A troca pode ser feita até 24 horas antes da estreia da Seleção, e o substituto, em regra, deve sair da pré-lista enviada anteriormente.

Assim, embora a convocação esteja fechada, o momento de cada atleta segue em movimento. Até a estreia, gols, assistências, minutagem, cartões, lesões e condição física ainda podem alterar a fotografia da Seleção Brasileira para a Copa.

Saída de Alisson para a Juventus acelera plano do Liverpool para contratar atual campeão da Copa do Mundo
O goleiro tem destaque no Liverpool desde 2018 – Créditos: depositphotos.com / [email protected]

Veja números dos convocados

Alisson (Liverpool)

Alisson segue como o goleiro de maior status da Seleção, mas chega à Copa com atenção física. Favorito à titularidade, não atuava desde 18 de março por lesão no músculo posterior da coxa direita, situação acompanhada pela CBF. A convocação confirma a confiança de Ancelotti em seu histórico, liderança e segurança.

Na temporada, soma 26 jogos, 8 sem sofrer gols e 31 gols sofridos. Mesmo vindo de lesão, segue como o nome mais confiável da posição, desde que esteja plenamente recuperado.

Ederson (Fenerbahçe)

Ederson chega à terceira Copa em cenário diferente. Antes concorrente direto de Alisson, agora aparece mais como opção de experiência. A ida ao Fenerbahçe reduziu sua exposição, e a reta final de temporada teve questionamentos por falhas e instabilidade. Ainda assim, Ancelotti preferiu manter um goleiro acostumado a jogos grandes, deixando Bento fora da lista.

Na temporada, registra 35 partidas, 13 jogos sem sofrer gols e 35 gols sofridos. O ponto forte é a experiência com os pés e em decisões; o ponto de atenção é o momento técnico recente.

Weverton é o novo reforço do Grêmio
FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Weverton (Grêmio)

Weverton aparece como terceiro goleiro, mas não apenas para composição. Experiente, conhece a Seleção e chega com números relevantes no futebol brasileiro. No Campeonato Brasileiro, soma 17 jogos, 5 sem sofrer gols e 20 gols sofridos.

Estatísticas dos goleiros convocados

Comparativo de desempenho na temporada para Alisson, Ederson e Weverton.

Goleiro Status principal Jogos SG Gols Sofridos Ponto Chave
Alisson (Liverpool) Favorito, pós-lesão 26 8 31 Liderança e segurança
Ederson (Fenerbahçe) Opção de experiência 35 13 35 Habilidade com os pés
Weverton (Grêmio) 3º goleiro, experiente 17 (Brasileiro) 5 20 Números relevantes no Brasil
Alex Sandro
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Alex Sandro (Flamengo)

Alex Sandro é um dos nomes mais experientes da defesa, mas sua convocação exige uma leitura física. O lateral chega com controle de minutos e atenção especial por causa da idade e do histórico de lesões.

No Brasileirão, soma 13 jogos, 1.068 minutos, nenhum gol, nenhuma assistência, 3 cartões amarelos e média de 1,60 falta cometida por 90 minutos. A convocação se explica menos pelo brilho ofensivo e mais pela confiabilidade defensiva, experiência e controle em grandes jogos.

Bremer (Juventus)

Bremer chega como um dos zagueiros mais fortes fisicamente do elenco. É dominante no duelo corporal, tem presença aérea e força em bolas paradas. Na Juventus, consolidou seu nome e entra como alternativa real para formar dupla com Gabriel Magalhães ou Marquinhos.

Na Serie A 2025/26, registra 4 gols, 3 assistências, 2.175 minutos e 5 cartões amarelos. Para um zagueiro, a participação direta em gols é diferencial. O ponto de atenção é o encaixe em uma defesa com laterais menos explosivos.

Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Danilo (Flamengo)

Danilo é convocado mais pelo valor tático do que pelo momento no clube. No Flamengo, não é titular absoluto, mas segue valorizado por liderança, leitura defensiva e versatilidade para atuar como lateral ou zagueiro. É nome de confiança para fechar jogos e organizar a defesa.

No Brasileirão, tem 204 minutos, nenhum gol, nenhuma assistência, 2 amarelos e 1 vermelho. A convocação gera debate pelo momento discreto, mas se explica pela experiência e capacidade de adaptação.

Douglas Santos/Zenit
(Foto: Divulgação/Redes sociais)

Douglas Santos (Zenit)

Douglas Santos chega como lateral de regularidade no futebol russo. Menos midiático no Brasil, tem sequência, experiência internacional e pode atuar também por dentro em alguns sistemas. Sua presença ajuda a equilibrar um setor carente de nomes em grande fase mundial.

Pelo Zenit, registra 1 gol, nenhuma assistência, 1.920 minutos, 1 amarelo e 1 vermelho.

Gabriel Magalhães
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Gabriel Magalhães (Arsenal)

Gabriel Magalhães chega como talvez o zagueiro brasileiro em melhor fase na Europa. No Arsenal, tornou-se peça central de uma defesa sólida e ganhou respeito pela força, imposição aérea e saída de bola. É uma das convocações menos questionadas.

Na Premier League 2025/26, soma 3 gols, 4 assistências, 2.706 minutos e 4 amarelos. Chega com nome forte para brigar por titularidade.

Ibañez (Al-Ahli)

Ibañez entra como zagueiro de força, agressividade e boa chegada em bolas paradas. A convocação reflete a busca de Ancelotti por defensores físicos, mas o excesso de cartões e expulsões exige atenção.

Na Saudi Pro League, registra 2 gols, 2 assistências, 2.426 minutos, 3 amarelos e 2 vermelhos.

Foto: Reprodução de TV- GE TV

Léo Pereira (Flamengo)

Léo Pereira tem a convocação como prêmio pelo bom momento no Flamengo. Canhoto, forte na saída de bola e presente pelo alto, ganhou espaço em um setor que precisava de alternativas além dos nomes tradicionais. O ge destacou que ele e Alex Sandro são titulares no rubro-negro.

Na Série A, soma 1 gol, nenhuma assistência, 1.231 minutos, média de 7,21, 6 amarelos e nenhum vermelho. A convocação mostra que Ancelotti observou o futebol brasileiro, mas o número de cartões exige cuidado.

Marquinhos (PSG)

Marquinhos chega como liderança técnica e emocional. Mesmo sem uma temporada chamativa em números, segue entre os jogadores mais experientes do elenco e conhece o peso de uma Copa. Pode atuar como zagueiro central, pelo lado direito ou em sistemas mais conservadores.

Na Ligue 1, registrou 1.049 minutos, sem gols ou assistências. Já na Champions, o defensor ainda tem a final contra o Arsenal, no fim de maio.

Wesley vira alvo de gigantes da Premier League após grande temporada na Roma
Foto: Reprodução

Wesley (Roma)

Wesley aparece como lateral de força ofensiva. Entrega profundidade, presença no último terço e chegada à área, características importantes contra adversários fechados. O índice disciplinar, porém, preocupa.

Na Serie A, soma 5 gols, nenhuma assistência, 2.457 minutos, média de 7,16, 5 amarelos e 2 vermelhos. Os gols mostram potencial raro para um lateral, mas as expulsões indicam risco em jogos de tensão.

Bruno Guimarães (Newcastle)

Bruno Guimarães chega como um dos jogadores mais completos do elenco. É volante, construtor, marcador e meia ao mesmo tempo. Na Premier League, consolidou-se como peça central do Newcastle e tende a ser pilar do meio-campo brasileiro.

Na temporada, registra 9 gols, 5 assistências, 2.389 minutos e 5 amarelos. Os números mostram um jogador que não se limita à marcação: cria, finaliza, pisa na área e equilibra o time.

Inter de Milão monitora Casemiro e volante adia decisão sobre voltar ao Brasil
Casemiro é um meio-campista brasileiro com longa trajetória no futebol europeu – Créditos: depositphotos.com / [email protected]

Casemiro (Manchester United)

Casemiro chega com peso histórico e números ofensivos fortes. Mesmo em fase mais experiente da carreira, segue referência de liderança, jogo aéreo e proteção defensiva. Sua presença também ajuda a explicar a convocação de Fabinho, de perfil físico semelhante.

Na Premier League, soma 9 gols, 2 assistências, 2.588 minutos, 9 amarelos e 1 vermelho. O ponto forte é a imposição e poder de decisão.

Danilo (Botafogo)

Danilo é uma das convocações mais interessantes do meio-campo. Jovem, intenso e com chegada ofensiva, ganhou espaço no Botafogo e oferece alternativa mais dinâmica a Casemiro e Fabinho.

No Brasileirão, soma 7 gols, 2 assistências, 1.071 minutos e apenas 1 amarelo. O volume ofensivo chama atenção para um meio-campista e pode transformá-lo em elemento surpresa.

Fabinho (Al-Ittihad)

Fabinho volta à Seleção após um período distante dos planos, mas voltou a ganhar espaço com Ancelotti, em retorno que teve até indicação de Casemiro.

A convocação se explica por experiência, altura e semelhança funcional com Casemiro. Na Saudi Pro League, soma 1 gol, 3 assistências, 2.642 minutos, 5 amarelos e 2 vermelhos.

Comparativo de desempenho em ligas nacionais

Veja os números dos meio-campistas Casemiro, Danilo e Fabinho em suas respectivas ligas.

Jogador Liga Gols Assists. Minutos Amarelos Vermelhos
Casemiro Premier League 9 2 2.588 9 1
Danilo Brasileirão 7 2 1.071 1 0
Fabinho Saudi Pro League 1 3 2.642 5 2

Lucas Paquetá (Flamengo)

Lucas Paquetá chega como um dos nomes mais criativos do meio-campo, mas sua temporada precisa ser lida em dois blocos: Europa e Flamengo. O ge apontou que sua condição física vinha sendo acompanhada pela CBF, reforçando a atenção antes da Copa.

Pelo Flamengo, registra 3 gols, nenhuma assistência, 819 minutos e 2 amarelos. Antes do retorno ao Brasil, havia feito 18 jogos de Premier League, com 4 gols e 1 assistência. A convocação se sustenta por técnica, passe final, pressão pós-perda e personalidade.

Foto: Adriano Fontes/Flamengo

Endrick (Lyon)

Endrick chega como aposta de impacto. Depois de adaptação fora do Brasil, ganhou minutos no Lyon e recuperou confiança. É atacante de explosão, força e finalização rápida, capaz de mudar o ritmo de uma partida saindo do banco.

Na temporada, soma 5 gols, 7 assistências, 1.222 minutos, 3 amarelos e 1 vermelho. As assistências indicam evolução no jogo coletivo, além do perfil de finalizador.

Gabriel Martinelli (Arsenal)

Martinelli chega em situação curiosa: faz parte de um Arsenal forte, mas tem números individuais menos expressivos do que em outros momentos. Ainda assim, segue valorizado por intensidade, recomposição e profundidade.

Na Premier League, registra 1 gol, 3 assistências, 983 minutos e 3 amarelos. A convocação não se explica só pela estatística ofensiva, mas pela função tática: pressionar alto, recompor e acelerar transições.

Atlético mira Igor Thiago e pode iniciar disputa milionária com gigantes ingleses
Foto: Reprodução

Igor Thiago (Brentford)

Igor Thiago é o centroavante de maior peso estatístico da lista. Em uma Seleção que buscava um camisa 9 de área, ganhou força por desempenho, presença física e eficiência. O centroavante chega com números de artilheiro na Premier League.

Na liga inglesa, soma 22 gols, 1 assistência, 3.194 minutos e 7 amarelos. A convocação é sustentada pela temporada. O desafio será repetir esse impacto na Seleção, com menos espaço e menor tempo de adaptação.

Luiz Henrique (Zenit)

Luiz Henrique chega como ponta de força, velocidade e recomposição. Oferece profundidade e duelo individual, embora atue em uma liga de comparação mais difícil com Premier League, La Liga e Serie A.

Pelo Zenit, soma 5 gols, 3 assistências, cerca de 2.036 minutos e 2 amarelos. É útil para jogos físicos e de transição, mas precisará provar impacto contra adversários de elite.

Matheus Cunha (Manchester United)

Matheus Cunha chega em boa fase individual e com perfil valorizado por treinadores europeus: mobilidade, pressão, finalização e capacidade de atuar como centroavante ou segundo atacante. Pode ganhar espaço conforme o desenho ofensivo de Ancelotti.

Na Premier League, soma 10 gols, 2 assistências, 2.503 minutos e 4 amarelos. É menos fixo que Igor Thiago e mais associativo, podendo ser útil ao lado de Vinícius Jr., Raphinha ou Neymar. Foi relacionado no fim de semana, mas não saiu do banco.

Santos monta estratégia para Neymar ser convocado para a Copa do Mundo de 2026
Foto: Raul Baretta/ Santos FC

Neymar Jr. (Santos)

Neymar era uma das maiores dúvidas da convocação. O debate não era técnico, mas físico. O atacante não atuava pela Seleção desde 2023 por lesões e cirurgia no joelho, e Ancelotti já havia condicionado sua presença a estar plenamente em forma e jogando bem. O próprio Neymar rebateu críticas e afirmou estar fisicamente bem antes da lista final.

Na temporada, são seis gols e quatro assistências. Mais que os números, Neymar chega pelo peso técnico, criação e histórico com a Seleção. A questão será como Ancelotti administrará sua minutagem.

Barcelona preserva Raphinha por lesão muscular e prioriza prevenção para evitar lesão mais grave
Raphinha – Créditos: depositphotos.com / thenews2.com

Raphinha (Barcelona)

Raphinha chega como um dos atacantes mais regulares e produtivos da convocação. No Barcelona, amadureceu como jogador de sistema, unindo pressão, intensidade, gols e leitura coletiva. É talvez o atacante de lado mais pronto taticamente para Ancelotti.

Em LaLiga, registra 13 gols, 3 assistências, 1.388 minutos e 5 amarelos. Pode ser titular ou peça decisiva para mudar jogos.

Rayan dispara na Premier League e vira alvo de três gigantes europeus
Rayan ganhou destaque na Premier League com atuações decisivas em pouco tempo – Créditos: Divulgação/Instagram: @rayann

Rayan (Bournemouth)

Rayan é uma das apostas da convocação, mas chega com contexto importante. Cria do Vasco, foi vendido ao Bournemouth em janeiro de 2026 após marcar 14 gols em 34 jogos na Série A. Canhoto, de 19 anos e 1,85m, teve impacto imediato na Premier League, com 5 gols e 2 assistências pelo clube inglês.

A convocação tem cara de aposta, mas não de improviso. Rayan oferece altura, força, velocidade, boa perna esquerda e versatilidade para atuar aberto ou mais centralizado.

Vinícius Jr. (Real Madrid)

Vinícius Jr. chega como o principal nome ofensivo da Seleção. Protagonista no Real Madrid, é o brasileiro mais temido no um contra um e deve ser a grande válvula de escape do time na Copa.

Na LaLiga, registra 16 gols, 5 assistências, 2.825 minutos, 8 amarelos, 21 participações diretas em gols e 70 chances criadas. O ponto forte é a capacidade de desequilibrar sozinho; o ponto de atenção é o controle emocional, já que o número de cartões é alto para um atacante.

Foto: Divulgação/FIFA

Adversários do Brasil na Copa e trajetória

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 no dia 13 de junho, contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A equipe comandada por Carlo Ancelotti ainda terá pela frente Haiti e Escócia na fase de grupos do Mundial.

A trajetória brasileira na primeira fase ficou definida da seguinte forma:

Agenda de jogos da seleção brasileira

Confira as próximas partidas e seus locais.

Data Oponente Local
13 de junho Brasil x Marrocos Nova Jersey
19 de junho Brasil x Haiti Filadélfia
24 de junho Brasil x Escócia Miami

Antes da estreia na Copa, a Seleção fará dois amistosos como parte da preparação final para o torneio. O primeiro será contra o Panamá, no dia 31 de maio, no Maracanã, em jogo que marcará a despedida da equipe do torcedor brasileiro antes da viagem aos Estados Unidos. Já o último teste acontece no dia 6 de junho, diante do Egito, em Cleveland.