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Campeonato Brasileiro

Transfer Ban afeta Corinthians, Botafogo e outras Equipes na janela de 2026

Dez clubes começam o ano com restrições para registrar jogadores. Saiba o impacto dessas sanções no mercado de transferências

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Transfer Ban Afeta Corinthians, Botafogo e Outras Equipes na Janela de 2026 - Foto: Gustavo Vasco / Corinthians

A janela de transferências do futebol brasileiro de 2026 foi oficialmente aberta nesta segunda-feira, 5 de janeiro, e segue até o dia 3 de março. Durante esse período, os clubes têm permissão para registrar novos jogadores, seja por meio de compras, empréstimos ou rescisões de contrato dentro do prazo regulamentar. No entanto, nem todos os times poderão atuar livremente, pois estão impedidos de registrar jogadores devido ao transfer ban da FIFA, uma sanção aplicada devido a pendências financeiras.

Entre os times mais afetados estão o Corinthians e o Botafogo, além de outras equipes como Ponte Preta, Miramar-PB, Ipatinga, e clubes do futebol feminino como Real Brasília e Avaí Kindermann. Com isso, essas equipes enfrentarão dificuldades no planejamento e podem precisar se ajustar a elencos reduzidos, além de buscar alternativas internas até regularizarem a situação.

O Impacto do Transfer Ban no Corinthians e Botafogo

O Corinthians entrou no transfer ban desde agosto de 2025 devido a uma dívida de aproximadamente R$ 40 milhões com o Santos Laguna, do México, relacionada à contratação do zagueiro Félix Torres. Esse valor precisa ser quitado antes que o clube paulista possa registrar novos jogadores no BID da CBF, o que impacta diretamente seu planejamento esportivo.

Já o Botafogo recebeu a sanção no final de 2025, mais especificamente em 30 de dezembro, devido a uma negociação com o Atlanta United, dos Estados Unidos, envolvendo cerca de R$ 115 milhões pela contratação de Thiago Almada.

Outros Clubes Afetados e Consequências da Sanção

Além dos dois gigantes brasileiros, outras equipes também enfrentam a restrição de registrar jogadores. No futebol masculino, a lista inclui Ponte Preta, Amazonas, Miramar-PB, Ipatinga e Colorado-PR. Já no futebol feminino, Real Brasília e Avaí Kindermann também estão na lista dos clubes com transfer ban.

Esses times podem se ver obrigados a trabalhar com elencos reduzidos ou, até mesmo, com jogadores já contratados mas não registrados, até que regularizem suas pendências financeiras. Isso cria um cenário de incerteza e pressão por parte das comissões técnicas e dirigentes, que precisam encontrar soluções criativas para manter a competitividade.

Como Funciona o Transfer Ban e Suas Implicações

Quando um clube é penalizado com o transfer ban, ele fica impossibilitado de registrar novos jogadores, independentemente de já ter acertado negociações ou contratos. Ou seja, mesmo que o clube tenha um acordo de transferência com um jogador, ele não poderá inscrevê-lo no BID da CBF até que a sanção seja suspensa.

A liberação para o registro de novos jogadores só acontece quando o clube comprova que quitou as dívidas ou cumpriu as decisões judiciais que originaram o transfer ban. Em alguns casos, as equipes podem negociar prazos para regularizar sua situação, mas o impacto imediato é uma janela de transferências mais limitada.