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Internacional

Influenciadora brasileira diz que foi expulsa do Vaticano por conta de roupa ‘inapropriada’

"Estão me xingando em português, inglês, espanhol, italiano", diz ela pelas redes sociais

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Julia Vieira
Julia Vieira (Foto: Reprodução)
Julia Vieira

Julia Vieira (Foto: Reprodução)

A digital influencer Julia Vieira, conhecida como Juju, afirmou ter sido expulsa do Vaticano por causa da roupa que vestia, considerada “inapropriada” por um funcionário que estava na Basílica de São Pedro.

Juju afirmou que, após expor o caso, ocorrido há dez dias, o perfil dela no Instagram foi inundado de ataques, xingamentos e mensagens grosseiras.

“Estão me xingando em português, inglês, espanhol, italiano… As mensagens mais pesadas, eu apaguei. Eram vergonhosas”, contou a brasileira em entrevista ao jornal Extra.

Julia Vieira

Julia Vieira (Foto: Reprodução)

Veja abaixo a fala de Juliana:

“Estou indignada! Sobretudo com os ataques e questionamentos que venho sofrendo por parte da parcela mais ortodoxa da comunidade católica. A pergunta que me faço é: Quem é capaz de julgar ou afirmar categoricamente qual é a fé do próximo, o que cada pessoa carrega no seu coração? Ninguém tem acesso ao âmago do ser humano. Somente eu sei o que sinto quanto à fé. Respeito a Igreja Católica e também as diversas outras instituições religiosas. Por isso meu repúdio diante de todos os ataques que venho sofrendo, e também do posicionamento e da atitude do Vaticano, que julgou ao meu ver erroneamente a minha conduta na basílica. Em nenhum momento faltei com respeito ou agredi culturalmente o Vaticano ou a comunidade católica. Ainda bebê fui batizada na igreja católica pelos meus pais, e na prática frequento as missas junto da minha família desde pequena. Fiz a primeira comunhão, e sempre atendi aos preceitos das igrejas que frequentei. Atualmente, embora menos ativa na prática religiosa, tenho por hábito visitar as igrejas por onde passo, assim exercito a grande admiração, respeito e fé pelos signos católicos, e nunca tinha sofrido esse tipo de preconceito ou ataque. Mas a minha fé está cada vez mais forte, me sinto renovada. Não me identifico com esse tipo de conduta religiosa, que do meu ponto de vista é antiquada, fanática e preconceituosa, cujo posicionamento não combina com a sociedade em que vivemos, e que, na prática, gera ódio e segregação, exatamente opostos á palavra da Bíblia. Por isso não posso ser conivente com isso, com essa cruzada moralista”, acrescentou a empresária.

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