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Patrulhando a Cidade

Patrulha Maria da Penha completa três anos

Programa faz o atendimento e monitoramento das mulheres com medidas protetivas decretadas pela Justiça

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(Foto: Reprodução)

O Programa Patrulha Maria da completa três anos auxiliando centenas de mulheres, vítimas de violência todos os dias. Desde a sua criação, de acordo com levantamento da Secretaria de Estado de Polícia Militar, 133.695 mulheres foram atendidas em todo o estado (com ou sem medida protetiva). Dessas, 36.994 estavam inseridas no Programa e recebem atendimento continuado.

Municípios do interior do estado tiveram um número relevante de atendimentos: 53.210. Desses registros, 17.073 mulheres estão inseridas no programa. Na Cidade do Rio de Janeiro foram feitos 58.692 atendimentos, com 14.125 mulheres com medida protetiva. Na Baixada Fluminense, 21.792 chamados, com 5.796 já inseridos no Programa.

“Cheguei há ficar duas horas presa com meu filho dentro de um carro com medo do meu ex. Depois que recebi a medida protetiva tudo mudou. A patrulha chega rapidinho e nos dá a segurança que precisamos”,- diz uma moradora de Niterói, que sofre há anos com as ameaças do pai de seu filho de 13 anos. O homem nunca aceitou o fim da relação. 

A vítima faz parte dos 2.116 atendimentos realizados em Niterói, onde 2.007 mulheres estão inseridas no Programa Patrulha Maria da Penha – Guardiões da Vida.

No Noroeste do Estado, Campos dos Goytacazes foi o município que registrou o segundo maior número de atendimentos a mulheres vítimas de violência: 1.598. Desses chamados, 1.080 mulheres estavam inseridas no programa e possuíam medida protetiva.

“A principal atividade realizada pela Patrulha Maria da Penha é o acompanhamento de mulheres com medidas protetivas e que foram encaminhadas pelos Juizados para fiscalização do cumprimento. Portanto, a medida protetiva é o principal meio de acesso das mulheres a este serviço especializado da PM. Daí a importância de que as que estão em situação de violência façam o registro de ocorrência e solicitem as medidas protetivas”, explica a tenente-coronel Cláudia Moraes, uma das idealizadoras e atual coordenadora do Programa.

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