Rio
Acidentes com helicópteros já mataram 13 pessoas em 6 meses no Rio
Prefeito Eduardo Cavaliere pediu providências à ANAC e defendeu fiscalização de heliportos, aeronaves e manutenção
Treze pessoas já morreram no Rio de Janeiro em acidentes envolvendo helicópteros em 2026. Em janeiro, uma aeronave caiu em uma área de mata em Guaratiba, na Zona Oeste, deixando três mortos. O acidente deste sábado (8) matou o piloto e três turistas colombianas.

Em junho, seis pessoas morreram após a colisão entre dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes. Já neste sábado, outras quatro pessoas perderam a vida depois que um helicóptero que realizava um voo panorâmico caiu na região da Floresta da Tijuca.
O prefeito Eduardo Cavaliere afirmou que aguarda a conclusão das investigações e defendeu a fiscalização das aeronaves.
“Solicitei ao presidente da ANAC que tome providências imediatas. A gente tem um aumento no número de voos e no volume de voos panorâmicos, não só de voos panorâmicos, mas de táxi aéreo em geral na cidade do Rio”, disse.
“Eu quero crer que a ANAC vai tomar essas medidas, inclusive com a possibilidade de suspensão dos voos panorâmicos por uma semana, por duas semanas, ou pelo período que a ANAC considerar necessário para fazer uma fiscalização mais intensa nos heliportos, nas aeronaves e na manutenção dessas aeronaves. Tudo isso para que a gente possa garantir a segurança dos visitantes e turistas que visitam a cidade, da população que circula aqui e, principalmente, a segurança desses voos.”