Rio
Ataque a tiros deixa quatro feridos em Belford Roxo na Baixada Fluminense
Baleados foram socorridos e encaminhados ao Hospital Adão Pereira Nunes; PM apura casoQuatro pessoas foram baleadas durante a madrugada deste domingo (4) no bairro São José, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A motivação do atentado ainda é desconhecida pelas autoridades.
Policiais do 39º BPM foram chamados até a Rua Araújo e souberam que três feridos tinham sido levados por moradores ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, localizado no município vizinho de Duque de Caxias.
O que se sabe sobre o estado das vítimas?
Pouco depois da chegada dos primeiros feridos, uma quarta vítima baleada deu entrada na mesma unidade de saúde de Duque de Caxias, afirmando ter sido atingida no mesmo ataque.
A Polícia Militar não divulgou a identificação nem o quadro clínico de nenhum dos quatro internados. A ocorrência segue em andamento na corporação.
Quais outros crimes recentes atingiram a região?
A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense apura uma série de casos violentos registrados no entorno nos últimos dias.
Na quarta-feira (30), Márcio Barros Freitas, que atuava na Secretaria Municipal de Saúde de São João de Meriti, foi assassinado a tiros no interior de um automóvel. O veículo apresentou mais de 20 perfurações, e o passageiro Gilson Tranquilino da Costa, de 35 anos, acabou ferido na ação, recebeu cuidados médicos e teve alta no dia seguinte.
Na terça-feira (29), o motorista de aplicativo Gabriel Dias Fernandes foi achado sem vida na Rua Amatari, em Jardim Aljezur, Japeri. Ele havia sumido depois de sair a trabalho, e parentes já haviam encontrado seu carro acidentado no Morro do Coco, em Queimados.
Na mesma data, o mototaxista Maycon Alisson Lourenço, de 33 anos, foi localizado morto com marcas de tiros em Duque de Caxias. Morador do Corte 8, comunidade sob controle do Comando Vermelho, ele havia sumido na véspera após pegar uma corrida no Pantanal, dominado pelo Terceiro Comando Puro. Antes de o óbito ser constatado, parentes receberam registros da vítima amarrada com ameaças e acreditam que contatos e mensagens no celular do trabalhador possam ter motivado a ação criminosa.