Bombeiros alertam para riscos de acidentes com bicicletas e motos elétricas no Rio - Super Rádio Tupi
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Bombeiros alertam para riscos de acidentes com bicicletas e motos elétricas no Rio

Número de acidentes com bicicletas elétricas quase dobram no Rio em 1 ano

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A psicologia explica por que andar de bicicleta ou tocar um instrumento parece “voltar sozinho” Na psicologia, entender por que habilidades como andar de bicicleta ou tocar um instrumento parecem “voltar sozinhas” envolve analisar memória implícita, aprendizagem e comportamento automático. Essas capacidades são armazenadas em sistemas de memória de longo prazo que não dependem da lembrança consciente. Isso significa que, mesmo após longos períodos sem prática, o cérebro consegue recuperar padrões motores e executar ações com pouca dificuldade. Como a memória implícita armazena habilidades? Na psicologia, a memória implícita é responsável por armazenar habilidades motoras e hábitos adquiridos. Diferente da memória consciente, ela funciona de forma automática e não exige esforço para ser acessada. Quando aprendemos a andar de bicicleta ou tocar um instrumento, o cérebro cria conexões duradouras. Essas informações ficam registradas e podem ser reativadas mesmo após muito tempo. Por que essas habilidades parecem voltar sozinhas? O cérebro consolida aprendizagens repetidas, tornando-as resistentes ao esquecimento. Na psicologia, isso ocorre porque habilidades práticas são reforçadas por repetição e experiência. Alguns fatores que explicam esse fenômeno incluem: Armazenamento em sistemas de memória de longo prazo Fortalecimento de conexões neurais ao longo da prática Automatização de movimentos e padrões motores Baixa dependência da memória consciente Qual a diferença entre memória implícita e explícita? Na psicologia, a memória explícita envolve lembranças conscientes, como fatos e eventos. Já a memória implícita está ligada a habilidades e comportamentos automáticos. Enquanto a memória explícita pode falhar com o tempo, a implícita tende a ser mais estável. Por isso, é comum esquecer detalhes teóricos, mas manter habilidades práticas. Como o cérebro automatiza esses comportamentos? A repetição transforma ações em padrões automáticos. Na psicologia, esse processo reduz o esforço cognitivo necessário para executar tarefas. Os principais efeitos dessa automatização incluem: Execução rápida e eficiente de movimentos Menor necessidade de atenção consciente Facilidade em retomar habilidades antigas Maior precisão em ações motoras É possível reaprender ainda mais rápido? A psicologia mostra que habilidades armazenadas na memória implícita podem ser retomadas com facilidade. Mesmo após longos períodos, o cérebro reativa conexões já existentes. Com prática, essas conexões são fortalecidas novamente, permitindo evolução rápida. Esse processo explica por que reaprender costuma ser mais fácil do que aprender pela primeira vez. Ao compreender como memória implícita, aprendizagem e comportamento automático se conectam, a psicologia revela que certas habilidades nunca são totalmente perdidas. Elas permanecem registradas no cérebro, prontas para serem acessadas, mostrando a eficiência do sistema cognitivo humano e sua capacidade de adaptação ao longo do tempo.
Em junho de 2023, o uso de bicicletas elétricas, assim como de outros veículos individuais autopropelidos (os que se deslocam com um sistema de propulsão próprio, como um motor), foi regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Acidentes envolvendo bicicletas, patinetes e motos elétricas no Rio de Janeiro quase dobraram em 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros.

De janeiro a outubro deste ano, foram 318 acionamentos contra 166 registrados em 2024. 

O principal tipo de ocorrência registrado foi a colisão de veículos, que chegou a 272 ocorrências este ano, um aumento de 90% comparado ao registrado no último ano, seguido por queda de veículo com 33 acionamentos.

Foram registrados também sete casos de fogo em veículo e seis atropelamentos.

O major Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, procurado pela Super Rádio Tupi, contou que embora os acidentes se distribuam por todo o estado do Rio, a maior incidência fica nas regiões da Barra da Tijuca, do Recreio, em bairros da Zona Sul e também no centro da cidade.

O major também explica o perigo que os condutores destes veículos correm: “Esses acidentes possuem uma alta energia cinética, ou seja, quanto maior a velocidade, maior é essa energia e ela é transferida diretamente para o corpo da vítima, aumentando a gravidade dessas lesões. Diferente dos carros, essas vítimas não contam com dispositivos de proteção, como airbags ou qualquer outra estrutura de absorção de impacto. O corpo acaba recebendo toda a força da colisão, o que gera com frequência lesões graves na cabeça e na coluna. Por isso, quem conduz esses veículos tem que utilizar uma aceleração progressiva, uma frenagem antecipada e ter uma atenção total ao ambiente, sem utilizar telefone celular ou fones de ouvido, por exemplo.”

O porta-voz dos bombeiros ainda orienta que os condutores não abram mão do uso do capacete, evitem os pontos cegos e mantenham distância lateral e frontal segura dos outros veículos no trânsito.

O município do Rio ainda não aplica punições aos condutores desses veículos que não respeitam as regras de trânsito.