Líder da 'Equipe Taz' é preso no Rio com fuzil e material tático - Super Rádio Tupi
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Líder da ‘Equipe Taz’ é preso no Rio com fuzil e material tático

Apontado como chefe do braço armado de milícia, 'Taz' era foragido da Justiça e foi capturado por agentes da Draco em São João de Meriti

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Colete tático preto com "Equipe Taz", submetralhadora, carregadores e celular sobre superfície escura
Equipamentos apreendidos com o líder da "Equipe Taz" no Rio de Janeiro evidenciam o poder bélico do grupo. Foto: Reprodução

O foragido da Justiça Marlon Aurélio Gomes de Souza, conhecido como “Taz”, foi preso na manhã desta quarta-feira (16/9). Ele é apontado como o líder da “Equipe Taz” e do braço armado de uma organização criminosa que domina o Complexo do Morro do Pau Branco, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro.

Investigadores da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) localizaram o homem. Havia contra ele um mandado de prisão preventiva por homicídio qualificado, expedido pela 1ª Vara Criminal de São João de Meriti.

A ordem judicial destaca a gravidade dos fatos atribuídos aos acusados, que envolvem um homicídio consumado e uma tentativa de homicídio contra agentes de segurança. A decisão também cita a denúncia de que os envolvidos integram uma milícia privada e usaram armas de fogo de uso restrito.

A prisão

Durante a ação, além do cumprimento do mandado, Taz foi preso em flagrante com um fuzil, carregadores e munições. Também foram apreendidos um colete balístico e outros materiais táticos, incluindo um colete com a inscrição “Equipe Taz”.

Segundo as investigações, o item com o nome do grupo reforça os dados obtidos sobre a estrutura e a identificação do núcleo armado que ele liderava. A Draco-IE afirma que a “Equipe Taz” é o braço armado da organização paramilitar e tem papel estratégico na manutenção do domínio criminoso.

O núcleo seria responsável pela atuação armada do grupo, por disputas territoriais e pela segurança das áreas dominadas. O controle do território era imposto com o uso de armamento de alto poder ofensivo e material tático.

A Polícia Civil continua as investigações e ações de inteligência para identificar e capturar os demais integrantes da organização criminosa, incluindo sua liderança, conhecida como “Monstrão”. O objetivo é desarticular as estruturas armada e financeira do grupo em São João de Meriti.