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Mãe enfrenta via Crucis para reconhecer filho morto por bala perdida na Baixada

Família denuncia aparelhos desligados com jovem ainda respirando

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Foto/Arquivo Pessoal

Foto/Arquivo Pessoal

O jovem Wesley Wendel de Oliveira, de 23 anos, vítima de bala perdida, numa praça em Mesquita, na Baixada Fluminense, no último dia 23/01, morreu, nesta terça-feira (02), 10 dias depois de a família denunciar, no programa Cidinha Livre, o descaso no atendimento, no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias.  A família de Wesley diz que sequer foi avisada sobre a morte do rapaz.

De acordo com Neia de Oliveira, mãe de Wesley Wendel, quando chegou ao hospital para visitar o filho, encontrou os aparelhos desligados, e Wesley respirando. Ao questionar os médicos sobre a aparelhagem desligada, Neia foi ignorada.

Nesta quarta-feira (03), 24 horas depois, ela voltou ao Adão Pereira Nunes e recebeu a notícia que o filho havia morrido. E a via crucis da mãe não parou por aí. Orientada a ir ao IML para reconhecer o corpo do filho, ela teve mais uma triste surpresa, pois o cadáver não estava no instituto.

“O pessoal do IML olhou no sistema e disse: não tem ninguém aqui com esse nome, ele não veio pra cá, a senhora vai ter que voltar no hospital, porque ele deve estar no hospital”, disse a aposentada.

Quando retornou a unidade hospitalar, nesta quarta-feira (03), encontrou o corpo do filho. Agora, segundo Neia de Oliveira, a Polícia Civil terá que fazer uma perícia no corpo do rapaz, para que ele seja finalmente liberado ao IML e a família possa fazer o enterro. Procurada pelo jornalismo da Super Rádio Tupi, a Secretaria Estadual de Saúde ainda não respondeu.

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