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Oito pessoas são presas por darem informação a milícia da Zona Oeste

Operação Heron prendeu seis agentes penitenciários e dois PMs

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Dinheiro e armas apreendidas na casa de um agente penitenciário — Foto: Reprodução/TV Globo
Dinheiro e armas apreendidas na casa de um agente penitenciário (Foto: Reprodução/TV Globo)

Oito pessoas foram presas nesta sexta-feira, acusados de fornecerem informações sigilosas para a maior milícia do rio de janeiro, comandada pelo miliciano Zinho. O grupo paramilitar, conhecido como Liga da Justiça, atua na Zona Oeste do Rio e era comandada pelo Ecko, morto em operação da polícia em junho de 2021.

Entre os presos da Operação Heron, estão dois policiais militares e seis agentes penitenciários.

Os presos:

Alcimar Badaró Jacques, Agente Penitenciário;

André Guedes Benício Batalha, Agente Penitenciário;

Carlos Eduardo Feitosa de Souza, Agente Penitenciário;

Edson da Silva Souza , Agente Penitenciário;

Ismael de Farias Santos, Agente Penitenciário;

Wesley José dos Santos, Agente Penitenciário;

Matheus Henrique Dias de França, Policial Militar;

Pedro Augusto Nunes Barbosa, Policial Militar;

Participação no esquema

De acordo com a delegada assistente da DRACO, Taiane Moraes, os agentes que beneficiavam a ação dos criminosos recebiam “agrados e presentes”. Entre os investigados, está a delegada Ana Lúcia da Costa Barros. Contra ela não foi expedido um pedido de prisão preventiva, já que ainda não foi confirmada a participação no crime.

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