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Operação da PM contra roubos resulta na prisão de dois criminosos no Engenho da Rainha

Suspeitos ligados ao tráfico foram detidos após confronto armado; um deles já havia sido preso em 2025

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Foto: Reprodução/PMERJ

Policiais militares (3º BPM) prenderam, nesta terça-feira (15), dois criminosos acusados de integrar o tráfico de drogas na comunidade do Morro do Engenho, no bairro Engenho da Rainha, Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação teve como objetivo coibir roubos de veículos e de cargas nos principais acessos à localidade.

Segundo o comando da unidade, a operação foi realizada em pontos estratégicos da região, com atenção especial à Avenida Pastor Martin Luther King Jr., frequentemente utilizada por criminosos. Durante o avanço das equipes em direção ao interior da comunidade, os agentes foram recebidos a tiros por um grupo de homens armados, que estava escondido.

Confronto armado e prisão de suspeitos

Houve intenso confronto entre os policiais e os criminosos. Após o cessar-fogo, os agentes do Grupamento de Ações Táticas (GAT) conseguiram prender dois acusados de participação direta no ataque às equipes policiais.

Durante a identificação dos detidos, foi constatado que um dos presos já havia sido detido em agosto de 2025, também por agentes do 3º BPM. Além dessa prisão anterior, o suspeito possui outras passagens pela polícia, incluindo registros por porte ilegal de arma de fogo e resistência à prisão.

Reincidência criminal preocupa autoridades

De acordo com a Polícia Militar, a reincidência criminal é um dos principais desafios enfrentados pelas forças de segurança, pois exige a mobilização constante de efetivo e recursos para conter a atuação de indivíduos com histórico extenso de envolvimento em crimes.

O secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, destacou a importância de ações contínuas de policiamento. “Esse ciclo compromete o planejamento operacional, sobrecarrega as equipes e reforça a necessidade de ações permanentes de policiamento ostensivo e de inteligência, voltadas não apenas à repressão imediata, mas também à prevenção de novos crimes e à preservação da ordem pública”, afirmou.