Rio
Polícia procura criminosos que mataram comissário durante tentativa de assalto no Maracanã
Paulo Vítor Silva Heitor, de 40 anos, foi baleado ao reagir a assalto; suspeitos seriam do Morro da MangueiraA Polícia Civil do Rio de Janeiro procura os criminosos responsáveis pela morte do comissário Paulo Vítor Silva Heitor, de 40 anos, assassinado a tiros durante uma tentativa de assalto na madrugada de domingo (11), no bairro do Maracanã, Zona Norte da capital. A principal linha de investigação aponta que os suspeitos sejam oriundos do Morro da Mangueira, a menos de cinco quilômetros do local do crime.
Velório e enterro
O corpo do policial será velado nesta segunda-feira (12), a partir das 13h, no Cemitério e Crematório da Penitência, no bairro do Caju, Zona Portuária do Rio. O sepultamento está marcado para as 16h, no mesmo local.
Como aconteceu o crime
De acordo com informações da Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 3h20. Paulo Vítor estava em um bar, acompanhado da esposa, e ao retornarem para casa, transitavam pela Rua Visconde de Itamarati, quando foram abordados por dois homens armados, que anunciaram o assalto.
Diante da ação criminosa, o comissário reagiu e efetuou um disparo de arma de fogo. Em seguida, foi atingido por dois tiros, um no tórax e outro no joelho, não resistindo aos ferimentos.

Atendimento e ação policial
Após o homicídio, o policiamento foi reforçado na região. Dois homens foram presos na manhã desta segunda-feira nas proximidades do local do crime. Eles já eram monitorados pelo setor de inteligência da Polícia Militar por envolvimento em roubos na área. A polícia investiga se há ligação direta entre os detidos e o assassinato do comissário.
Quem era Paulo Vítor Silva Heitor
Conhecido como PV, Paulo Vítor era comissário da Polícia Civil e atuava na Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA). Ao longo da carreira, também trabalhou na Delegacia de Bonsucesso, na Delegacia de Roubos e Furtos de Celulares e na Delegacia de Repressão a Entorpecentes.

Investigação em andamento
Em nota oficial, a Polícia Civil lamentou a morte do comissário e informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu o caso. Testemunhas já foram ouvidas e os agentes realizam buscas por imagens de câmeras de segurança da região.
“A Polícia Civil se solidariza com familiares e amigos e reforça que as investigações seguem em andamento para identificar e capturar os criminosos”, afirmou a corporação.