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Rio avança em vigilância em saúde e entra em rede global de cidades amigas
Acordo amplia resposta a emergências e integra o estado à rede da OPAS/OMSO governador Cláudio Castro assinou, nesta terça-feira (27), o Terceiro Termo de Cooperação Técnica para o Desenvolvimento da Política Estadual de Vigilância em Saúde. O acordo foi firmado com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), em solenidade no Palácio Guanabara.
Segundo o Governo do Estado, a iniciativa amplia a capacidade de resposta do Rio de Janeiro a emergências em saúde pública e fortalece ações estruturantes em todo o território fluminense. O termo consolida a cooperação entre a Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) e a OPAS/OMS.
Durante o evento, o governador destacou que a medida fortalece a vigilância em saúde e amplia o cuidado com a população. “É um passo importante e estratégico para o estado”, afirmou Cláudio Castro.
O que prevê o novo acordo com a OPAS?
O Termo de Cooperação Técnica nº 141 tem como foco a implementação e o fortalecimento da Política Estadual de Vigilância em Saúde. Para 2026, está previsto um investimento de R$ 18,5 milhões, destinado à ampliação da capacidade de prevenção, monitoramento e resposta a emergências em saúde pública.
As ações abrangem o enfrentamento às arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, além de doenças negligenciadas, como a hanseníase. O acordo também contempla doenças imunopreveníveis, infecções sexualmente transmissíveis, vigilância de óbitos, doenças crônicas não transmissíveis e vigilância ambiental.
De acordo com a secretária de Estado de Saúde, Claudia Melo, o termo contribui para a qualificação dos profissionais, o uso de novas tecnologias, a melhoria da gestão e a integração das redes regionais de saúde.
Estado passa a integrar rede global voltada a pessoas idosas
Na mesma solenidade, o secretário da Juventude e Envelhecimento Saudável, Alexandre Isquierdo, formalizou a entrada do Estado do Rio de Janeiro na Rede Global de Cidades e Comunidades Amigas das Pessoas Idosas, iniciativa coordenada pela OPAS/OMS.
A adesão reconhece políticas públicas voltadas à população com 60 anos ou mais, como os programas 60+ Reabilita, os Centros de Referência em Atenção à Pessoa Idosa (Crapis), o Disque Idoso 165 e o QUALIdade.
Com a afiliação, o estado passa a participar do processo de apoio técnico e incentivo à certificação de municípios interessados em integrar a rede, que atualmente reúne mais de 1.700 membros em 57 países.