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Secretaria de Estado de Saúde vai abrir posto de testagem da Monkeypox

Estado do Rio já tem confirmado 368 casos da doença e 422 continuam em investigação

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Varíola dos Macacos
(Foto: Reprodução)

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio (SES) vai abrir nas próximas semanas um posto para coleta de material para testagem de casos suspeitos de Monkeypox. O serviço será realizado apenas para pacientes encaminhados por unidades de saúde, após exame clínico.

As amostras serão enviadas para análise no Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e nos Laboratórios de Biologia Molecular de Vírus e de Virologia Molecular da UFRJ, que são referenciados pelo Ministério da Saúde no estado do Rio de Janeiro.

Até o momento dessa matéria, o estado do Rio já tem confirmado 368 casos da doença e 422 continuam em investigação. 84% desses casos estão entre a Capital e a Baixada Fluminense, com 312 pacientes.

O maior índice de faixa etária que testou positivo para a doença é entre 20 e 39 anos, com 260 casos nessa idade. De todos os casos do estado, 94% foram em homens.

Ministério da Saúde se programa para receber vacina para Monkeypox

O Ministério da Saúde (MS) deverá saber nesta semana quando terá as primeiras vacinas disponíveis contra a varíola dos macacos. Segundo a representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) no Brasil, Socorro Gross, a fase de tratativas com o laboratório produtor da vacina terminaram, mas falta uma posição do laboratório sobre o calendário de entrega.

Socorro Gross estava acompanhada do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de secretários da pasta. Queiroga esclareceu que as 50 mil doses solicitadas pelo Brasil, caso cheguem, irão para profissionais de saúde que lidam com materiais contaminados.

A aquisição dessas vacinas deve ser feita através da Opas, uma vez que o laboratório responsável por elas fica na Dinamarca e não tem representante no Brasil. Assim, o laboratório não pode solicitar o registro do imunizante junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e caso o país queira comprá-lo, a OPAS deve intermediar a transação.

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