Sentinelas 15:55h

13 de Maio – Assinatura da Lei Áurea, causas e consequências, 133 anos depois

Confira o que foi destaque no Sentinelas desta quinta-feira

Por Redação Tupi

(Foto: Erika Corrêa/ Divulgação: Super Rádio Tupi)

Há 133 anos, uma lei proibiu o tráfico de pessoas negras para o Brasil. O documento, assinado pela Princesa Isabel, em 13 de Maio de 1888, foi, por anos, romantizada nos livros didáticos, conferindo à Isabel a função de redentora do povo preto, deixando de fora, os diversos protagonistas negros, que lutaram pelo fim da escravização.

Qual o significado desta data nos dias de hoje no país?

O Brasil foi o último país do Ocidente a abolir a escravatura, após três séculos de trabalho forçado. Apesar da abolição, políticas públicas não acompanharam o ato da Princesa Isabel e o que se vê ainda, são situações de exploração e racismo em locais de trabalho e na sociedade brasileira. O historiador,  Jhonatan Raymundo, fala sobre a demora em por fim a escravização e as consequências.

 

Jonathan Raymundo ressalta também, a dificuldade do país em inserir o negro na sociedade da época, e a exclusão de protagonistas negros na luta pela libertação.

 

A desigualdade racial no Brasil é gritante. Dados do IBGE comprovam: dos 13 milhões de brasileiros desempregados em 2017;  8,3 milhões eram pretos ou pardos, ou seja, 63,7% deles. A Produtora e Articuladora-cultural, Clarisse Miranda Gomes, promove palestras para debater ações antirracistas.

 

Promover positivamente a auto-imagem também faz parte do trabalho de conscientização e valorização de negros e negras. A representativiodade nos meios de comunicação é uma das ações. A partir desta quinta-feira (13), um grande acervo de cultura negra, o Cultne TV, estará disponível em uma plataforma digital,  Filó Filho, produtor cultural e coordenador do acervo Cultne fala do projeto.

 

Dentre as grandes personalidades negras do país está o ator, escritor, dramaturgo, artista plástico, professor universitário, político e ativista dos direitos civis e humanos das populações negras, Abdias Nascimento, falecido em 2011. Abdias pensou o Museu de Arte Negra para promover a cultura, a arte e a pessoa negra.

A Professora doutora, Elisa Larkin Nascimento Diretora do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros, o IpeAfro, e viúva de Abdias Nascimento fala sobre a viabilidade do Museu de arte Negra Virtual.



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