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20 anos sem Telê Santana: o legado eterno do mestre do futebol-arte

Ídolo do Fluminense como jogador e multicampeão como técnico, Telê marcou época na Seleção Brasileira e entrou para a história com seu estilo ofensivo e disciplinado

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Foto: Reprodução

O futebol brasileiro presta homenagem nesta terça-feira (21) aos 20 anos da morte de Telê Santana, um dos maiores técnicos da história e principal símbolo do chamado futebol-arte. Duas décadas depois, seu legado segue como referência de estilo, disciplina e excelência dentro de campo.

Antes de brilhar à beira do gramado, Telê construiu uma trajetória marcante como jogador do Fluminense. Foram 559 jogos e 164 gols com a camisa tricolor, números que o colocam entre os grandes nomes da história do clube. Conhecido pela postura exemplar, recebeu o Prêmio Belfort Duarte após passar dez anos sem ser expulso.

Foto: Reprodução

Como treinador, Telê acumulou conquistas expressivas no futebol brasileiro. Levou o Atlético-MG ao título do Campeonato Brasileiro de 1971, conquistou o Campeonato Gaúcho com o Grêmio em 1977 e atingiu o auge no São Paulo. No clube paulista, comandou uma das equipes mais vitoriosas da década de 1990, com títulos da Libertadores e do Mundial.

Na Seleção Brasileira, entrou para a história com o time de 1982. Mesmo sem conquistar a Copa do Mundo, aquela equipe encantou o planeta com um futebol ofensivo e técnico, liderado por craques como Zico, Sócrates e Falcão. O estilo de jogo consolidou Telê como um dos maiores defensores do futebol criativo e coletivo.

Além dos resultados, Telê Santana ficou marcado pela forma de conduzir seus elencos, valorizando disciplina, comprometimento e qualidade técnica. Em 2022, foi eleito o maior técnico brasileiro da história em votação com especialistas do esporte.

Vinte anos após sua morte, Telê segue como referência no futebol mundial