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Angélica revela voto em Lula no segundo turno e faz apelo por harmonia: ‘Penso no país’

Apresentadora superou o receio das redes sociais inspirada pelo engajamento dos jovens; foco é garantir empatia e direitos para as novas gerações

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Close-up do rosto de Angélica, loira, olhos claros, olhando para a câmera com maquiagem natural
A apresentadora Angélica expõe publicamente sua decisão de voto e os motivos que a levaram a se posicionar no cenário político. Foto: Reprodução

A apresentadora Angélica anunciou publicamente o seu voto no candidato Luiz Inácio Lula da Silva na disputa do segundo turno para a presidência da República. A manifestação ocorreu por meio de uma gravação divulgada em seus perfis na internet nesta quarta-feira, 21.

A artista explicou que não possui ligação partidária e destacou que não se classifica como de direita ou de esquerda. Segundo declarou, a decisão busca colaborar para a construção de um cenário em que a população consiga conviver em harmonia.

Estímulo dos jovens contra o receio digital

A mobilização política observada pelo país serviu como estímulo para que Angélica superasse o receio de se posicionar. Ela admitiu que hesitou bastante antes de tornar pública sua opinião por causa da agressividade presente na internet.

A apresentadora relatou que a grande quantidade de julgamentos e ofensas virtuais fez com que ela cogitasse o silêncio. Contudo, o engajamento de jovens em debates e protestos trouxe a motivação necessária para compartilhar sua visão.

Na condição de mãe, a comunicadora afirmou enxergar esperança ao observar essa faixa etária cobrando mudanças de forma ativa.

Direitos sociais e empatia no governo

A defesa da alternância de comando no governo e o zelo pelos direitos sociais nortearam a escolha da comunicadora. Ela destacou a expectativa por uma liderança que governe com empatia, evitando qualquer tipo de preconceito ou deboche diante das dificuldades das pessoas.

A artista também direcionou atenção para as pautas ligadas a mulheres, crianças e pessoas LGBTQIAPN+. Além desses pontos, a preocupação voltada para as próximas gerações pesou na decisão.

Ao definir a postura adotada, Angélica resumiu que sua prioridade é o futuro: “Penso no país em que os meus filhos vão viver, do jeito como as pessoas vão tratar umas às outras”. Conforme destacou, mesmo ciente das divergências, ela sentiu a necessidade de detalhar as razões da sua preferência nas urnas.