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Show de Bad Bunny no Super Bowl ultrapassa 135 milhões de visualizações e bate recorde

Show do intervalo passou de 135 milhões e superando marca de Kendrick Lamar

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Bad Bunny durante o show do intervalo do Super Bowl, que bateu recorde histórico de audiência e levou referências da cultura latino-americana ao palco. Foto: Reprodução/Redes sociais

O show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl dominou as conversas no dia seguinte ao jogo e entrou para a história como a apresentação mais assistida do evento. Segundo dados divulgados pela plataforma Boardroom, com base em números da NBC e da Billboard, a performance ultrapassou 135 milhões de visualizações.

Com isso, o artista porto-riquenho superou o recorde anterior, que pertencia a Kendrick Lamar, e assumiu o topo do ranking das apresentações mais vistas do intervalo do Super Bowl. O artista levou ao palco elementos da cultura de Porto Rico, ilha caribenha que integra os Estados Unidos, mas preserva identidade própria.

Veja um compilado de alguns dos principais momentos do show:

Como ficou o ranking dos shows mais assistidos?

Bad Bunny lidera a lista histórica com 135,4 milhões de visualizações, seguido por Kendrick Lamar, Usher, Rihanna e pelo show coletivo comandado por Dr. Dre, que reuniu nomes como Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige, Kendrick Lamar e 50 Cent.

Os números reforçam o alcance global do evento. Neste domingo (8), o Super Bowl movimentou mais de US$ 17 bilhões com direitos de televisão, ingressos e produtos, além de alcançar 234 milhões de telespectadores em 190 países, que acompanharam tanto o jogo quanto o show do intervalo.

O que marcou a apresentação de Bad Bunny?

Letreiro exibiu a frase “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor” em inglês. Foto: Pedro Faria(@pedrofariarod)/ Reprodução Instagram

Mais do que audiência, o show chamou atenção pelo simbolismo. A apresentação reuniu referências como paisagens tropicais, trabalhadores do campo de cana-de-açúcar, partidas de dominó, o boxe e a icônica casa rosa “La Casita”, onde o cantor costuma receber convidados. Desta vez, Pedro Pascal e Jessica Alba participaram da cena, que também incluiu um casamento real durante o espetáculo.

Os convidados foram Lady Gaga, que fez a única apresentação em inglês em ritmo de salsa, e também porto-riquenho Ricky Martin. Bad Bunny cantou majoritariamente em espanhol e citou espaços simbólicos da cultura porto-riquenha em Nova York, como o Caribbean Social Club, conhecido como Tonita. A proprietária do bar, dona Tonita, apareceu no show entregando uma bebida ao cantor.

Em meio à agenda anti-imigração do governo do presidente Donald Trump, a apresentação teve tom político. Trump criticou o show nas redes sociais, chamando a performance de uma afronta aos Estados Unidos. Por outro lado, artistas e personalidades elogiaram Bad Bunny, entre eles Ben Stiller e Jennifer Lopez, que declarou apoio ao cantor.

Durante toda a apresentação, Bad Bunny falou apenas uma frase em inglês: “Deus abençoe a América”. O artista citou todos os países do continente, incluindo os Estados Unidos, e resumiu a mensagem na frase exibida em uma bola de futebol americano: “Juntos, somos a América”.