Esportes
Dia da Mentira: 5 histórias do futebol que muita gente ainda acredita
Entre teorias, exageros e boas histórias: o futebol também vive de “mentiras” que viram tradição
O futebol é movido a paixão, memória… e, claro, boas histórias, mesmo quando elas não são exatamente verdadeiras. No clima do 1º de abril, relembramos alguns mitos que atravessaram gerações e até hoje enganam torcedores por aí.
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O Maracanazo
O famoso Maracanazo, por exemplo, muita gente jura que aquele fatídico jogo foi uma final de Copa.

Não foi. Em 1950, o título foi decidido em um quadrangular entre Brasil, Uruguai, Suécia e Espanha, e Brasil x Uruguai era “só” o último jogo, apesar de ter clima de decisão.
Brasil entregou a copa de 98
Outro clássico é a teoria de que o Brasil “entregou” a Copa de 98. A história ganhou força com um texto que viralizou na internet, assinado por Gunther Schweitzer.

O problema? Nunca teve prova nenhuma. Virou só uma das maiores fake news da história do esporte. Um detalhe Gunther nunca foi jornalista, mas sim professor de educação física, que atuava como analista de produção.
Ronaldo e Romário nunca perderam juntos
Dentro de campo, também rola exagero. Tem quem diga que Ronaldo Nazário e Romário nunca perderam juntos.

Na mente de alguns, há uma ideia que o Brasil nunca perdeu com os dois em campo. Jogaram muito? Demais. Invictos? Nem tanto. Eles conquistaram a Copa América e das Confederações invictos, porém perderam dois amistosos.
Time do coração de Pelé
Já fora das quatro linhas, até o Rei entra na lista. Muita gente associa Pelé automaticamente ao Santos , já alguns amigos dizem que o eterno camisa 10 torcia para o Corinthians

Oque o craque já negou publicamente e disse que o seu time do coração sempre foi o Vasco.
Romário foi liberado por Cruyff para o Carnaval
E, claro, não dá pra esquecer do folclórico “acordo” entre Romário e Johan Cruyff pra liberar o Baixinho no Carnaval. Reza a lenda que o atacante teria pedido alguns dias de folga para curtir a festa no Brasil, e o técnico respondeu no melhor estilo “resolve em campo”: se fizesse dois gols, estaria liberado. Resultado? Romário foi lá e marcou e ainda dizem que fez até mais do que o combinado. Missão cumprida, passagem comprada e Carnaval garantido.

Pode até não ter acontecido exatamente assim. Mas que é a cara do Baixinho, isso é impossível negar.
No fim das contas, essas histórias mostram uma coisa: no futebol, às vezes a lenda é tão forte quanto a realidade. E, convenhamos… isso também faz parte da graça. Isso é futebol
