Brasil

Empreendedorismo feminino: A força da mulher de negócios

De forma despretensiosa, a alternativa virou coisa séria e, hoje, a jovem e confeiteira Rayanne Moraes, colhe os frutos de uma iniciativa, que já conta com quase seis mil seguidores

Por Victor Yemba

Empreendedorismo feminino: A força da mulher de negóc
Publicitária Rayanne Moraes, Empreendedorismo feminino: A força da mulher de negócios (Divulgação)

O novo coronavírus segue impondo ao Brasil uma longa crise financeira. Pensando em se reinventar em meio à pandemia, a até então publicitária Rayanne Moraes resolveu vender brownies. De forma despretensiosa, a alternativa virou coisa séria e, hoje, a jovem aspirante a confeiteira colhe os frutos dessa iniciativa, que já conta com quase seis mil seguidores e divulgação da digital influencer Evelyn Regly.

8,6 milhões de mulheres estão à frente de seus próprios negócios no país. Isto representa um terço (33,6%) dos empreendedores no Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Rayanne Moraes garante que não foi fácil empreender e destaca a persistência como qualidade principal para quem deseja ingressar nessa jornada.

“Houve momentos em que eu pensei em desistir, é preciso ser forte e ter convicção que as coisas vão melhorar. Como eu trabalho em casa, é fundamental ter disciplina para que as tarefas domésticas não sufoquem o lado profissional da mulher”, conta a confeiteira.

Hoje a “Brownie da Rayanne” é responsável pela renda da família e a empresária almeja ministrar cursos de confeitaria no futuro.

Empreendedorismo feminino: A força da mulher de negócios (Divulgação)
Empreendedorismo feminino: A força da mulher de negócios (Divulgação)

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