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Ministério da Saúde garante recursos e publica orientações sobre volta às aulas presenciais

Medidas sanitárias são direcionadas para todas as escolas da rede básica de ensino e incluem respeito ao distanciamento social e reforço na higienização, entre outros pontos

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Imagem da fachada do Ministério da Saúde
Foto: Divulgação

(Foto: Marcelo Casal Jr/ Divulgação: Agência Brasil)

O Ministério da Saúde garantiu o recurso de R$ 454,3 milhões para apoiar gestores na volta às aulas presenciais com respeito às medidas sanitárias impostas pela pandemia do coronavírus. O valor é destinado a todos os municípios brasileiros para compra de materiais e insumos, como produtos de limpeza, álcool, máscaras e termômetros.

A proposta é otimizar a utilização dos espaços escolares para garantir ambientes de aprendizado seguros e saudáveis.

Além da ajuda financeira, a pasta elaborou um documento com orientações para gestores, profissionais de saúde e profissionais de educação sobre ações e medidas para a reabertura das escolas da rede básica de ensino municipal, estadual ou federal, abrangendo creches, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos, independentemente de serem aderidos ao Programa Saúde na Escola (PSE).

Entre as orientações básicas, estão:

– Informar aos alunos sobre normas de segurança e etiqueta respiratória;

– Explicar sobre o uso obrigatório da máscara;

– Manter os ambientes limpos e ventilados;

– Orientar a higienização das mãos e punhos;

– Monitorar a temperatura dos estudantes e dos profissionais da educação na porta da escola;

– Orientar que não se deve levar as mãos ao rosto, especialmente olhos, boca e nariz;

– Deixar acessível materiais para higienização das mãos em vários locais da escola,

– Limpar frequentemente ambientes e superfícies como maçanetas, portas, cadeiras, mesas, corrimão e brinquedos.

O guia recomenda que o retorno de estudantes ou profissionais da educação com doenças crônicas – como asma, hipertensão e diabetes –, síndromes, disfunções da imunidade e cardiopatias congênitas, por exemplo, seja avaliado caso a caso, por estarem no grupo de risco para Covid-19.

Além disso, o cumprimento das orientações do guia deve ser mais rigoroso junto às crianças e aos alunos com necessidades especiais.

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