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Pesquisa da CNI aponta que medo do desemprego caiu em setembro  

Foram entrevistadas 2 mil pessoas em 127 municípios entre 17 e 20 de setembro.

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Imagem de uma carteira de trabalho
(Foto: Reprodução/Prefeitura do Rio)

(Foto: Reprodução/Prefeitura do Rio)

A retomada das atividades e as medidas de proteção ao emprego adotadas para enfrentar os efeitos da pandemia na economia estão levando mais confiança aos trabalhadores brasileiros. O Índice do “Medo do Desemprego”, calculado pela Confederação Nacional da Indústria, ficou em 55 pontos em setembro. Ele  está 3,2 pontos abaixo do mesmo período do ano passado.

Na pesquisa, divulgada nesta quarta-feira, foram entrevistadas 2 mil pessoas em 127 municípios entre 17 e 20 de setembro. De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, entre os motivos para a queda do índice, pesaram o auxílio emergencial e a retomada gradual das atividades comerciais e produtivas dos últimos meses.

Ele ressaltou que, embora tenha caído para a população como um todo, “o medo do desemprego aumentou em certos perfis da população, como os mais jovens, com renda familiar superior a cinco salários mínimos e pessoas com ensino superior”, alertou. Segundo a pesquisa, as mulheres têm um medo muito maior do desemprego que os homens.

O índice para homens é de 46,8 pontos. E para as mulheres 62,4 pontos. Os mais jovens também são os mais temerosos. Para a população entre 16 e 24 anos, o índice é de 57,9 pontos, enquanto o indicador para as pessoas com mais de 55 anos foi de 48,9 pontos. Entre as regiões, a pesquisa mostrou que o medo do desemprego é maior no Nordeste, onde ficou em 61,2 pontos, e menor na região Sul, onde o indicador foi de 43 pontos.

A população que recebe um salário mínimo também é a mais preocupada, com 65 pontos. Pessoas com renda familiar acima de cinco salários mínimos registraram 42,2 pontos.

 

 

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