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Polícia Civil nega que R$ 100 mil de vereador Salvino Oliveira venham da ONU

Corporação desmente relação entre R$ 100 mil de vereador e prêmio da ONU

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Polícia Civil desmente origem de R$ 100 mil em conta de vereador. Foto: Reprodução

A Polícia Civil descartou a versão de que os R$ 100 mil rastreados na conta do vereador Salvino Oliveira sejam provenientes de um prêmio concedido pela ONU.

Segundo o Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), o montante comunicado ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) como movimentação atípica não tem nenhuma ligação com a premiação internacional.

De acordo com a investigação, os valores suspeitos são resultado de transações feitas ao longo do segundo semestre de 2024. O que chamou atenção dos fiscais foram depósitos em espécie na conta do parlamentar e transferências vindas de uma empresa de informática instalada dentro do Complexo da Maré, área apontada como território sob controle do Comando Vermelho.

O caso Salvino Oliveira: Detalhes da investigação

Entenda os principais esclarecimentos da Polícia Civil sobre a prisão do vereador.

🚨 Origem dos R$ 100 mil negada

A Polícia Civil nega que o valor de R$ 100.000,00 encontrado na conta do vereador Salvino Oliveira tenha vindo de premiação da ONU.

💸 Movimentações financeiras atípicas

O montante suspeito é resultado de depósitos em espécie e transferências de uma empresa de informática ligada ao Comando Vermelho.

🔍 Critérios do COAF e Polícia Civil

Premiações por si só não são suspeitas. O COAF e a Polícia Civil usam critérios técnicos para identificar movimentações ilícitas.

⚖️ Compromisso com a legalidade

A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a transparência e imparcialidade, seguindo rigor técnico na investigação.

Prêmios não geram alerta automático no COAF

A corporação também deixou claro que recebimentos classificados como premiação não são tratados, por si mesmos, como movimentações suspeitas nas análises financeiras conduzidas pela Polícia Civil. A suspeição, explicou o órgão, depende de critérios técnicos e objetivos adotados tanto pelo COAF quanto por outros organismos de prevenção no Brasil e no exterior.

Para que uma transação seja enquadrada como atípica e passe a ser investigada, são aplicados parâmetros consolidados, voltados especificamente à identificação de lavagem de dinheiro e outras práticas financeiras ilícitas.

O departamento afirmou que a metodologia usada na análise das movimentações dos investigados segue padrões reconhecidos internacionalmente. A instituição reforçou que as apurações seguem “de forma técnica, isenta e profissional”, com todas as diligências necessárias para concluir o inquérito.