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Repórter se choca com preço de trem para Copa do Mundo nos EUA e questiona sede
Jornalistas reclamam de preços que sobem até 400% em dias de jogos nos Estados UnidosO custo elevado para chegar aos estádios da Copa do Mundo 2026 gerou críticas contundentes durante a cobertura do torneio nos Estados Unidos. O jornalista Ivan Moré questionou a organização do Mundial após o preço do transporte para o MetLife Stadium, em Nova Jersey, disparar para a estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos.
Em um percurso de apenas 20 minutos, o valor do bilhete de trem saltou de menos de US$ 20 para US$ 89. Segundo o jornalista Robson Morelli, a tarifa chegou a ser anunciada em US$ 150 antes de ser revisada pelas autoridades locais, o que ainda assim dificulta o acesso de torcedores e profissionais ao evento deste sábado, 13 de junho.
Confiar o víedo
Ivan Moré revela problema com fiscal em frente estádio da final da Copa
— LeoDias 🍿 (@euleodias) June 10, 2026
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Tarifas de transporte disparam para jogos da Copa
Para Moré, a estrutura oferecida contradiz a fama de eficiência do país em grandes espetáculos. Ele defende que, em vez de lucrar com a alta demanda, a organização deveria facilitar o deslocamento para garantir que o futebol continue sendo um evento acessível. “Deveriam aumentar a frequência do trem e colocar esse transporte de graça”, afirmou o comunicador.
A dependência tecnológica e automotiva também foi apontada como um obstáculo para quem trabalha no torneio. O jornalista relatou que a cobertura exige o uso constante de veículos, já que as distâncias entre hotéis e centros de treinamento impedem trajetos simples. “Para tudo eu preciso de carro aqui. Não dá para fazer praticamente nenhum deslocamento a pé”, ressaltou.
Desafios logísticos e impacto na rotina local
A organização da mobilidade urbana durante o Mundial apresenta pontos críticos que afetam diferentes grupos:
O cenário descrito pelos jornalistas revela uma logística complexa que vai além dos estádios. A interrupção de serviços básicos de transporte impacta moradores das regiões sedes, enquanto a malha de transporte público insuficiente força o uso de carros particulares, encarecendo ainda mais a experiência de quem acompanha o Mundial.