O cupim é uma carne que muita gente dispensa nas churrascarias. Mas também existe quem goste. O cupim é retirado da corcova presente em bovinos zebuínos, como o nelore. Essa região concentra grande quantidade de gordura entremeada, responsável por suas características únicas de sabor e textura.
A corcova é uma característica típica das raças zebuínas. Em bovinos de origem europeia, ela é muito pequena ou praticamente inexistente, tornando esse corte bem menos comum.
Crédito: imagem gerada por i.aDurante o cozimento lento, a gordura derrete gradualmente e ajuda a manter a carne macia e suculenta. Por isso, o cupim costuma apresentar uma textura diferente da maioria dos outros cortes.
Crédito: imagem gerada por i.aPara alcançar o ponto ideal, o cupim normalmente é assado lentamente na churrasqueira ou no forno. Também pode ser preparado na panela de pressão antes de receber acabamento na grelha.
Crédito: imagem gerada por i.aAlgumas pessoas evitam o cupim por causa da quantidade de gordura ou do sabor mais marcante. Outras, porém, consideram justamente essas características seus maiores atrativos.
Crédito: imagem gerada por i.aSe o cozimento for insuficiente, o cupim pode ficar duro e pouco agradável. Já o excesso de calor por pouco tempo pode ressecar a parte externa antes que o interior fique macio.
Crédito: imagem gerada por i.aO cupim costuma estar presente em rodízios e churrascos tradicionais brasileiros. Quando preparado corretamente, é servido em fatias macias e costuma conquistar muitos apreciadores.
Crédito: imagem gerada por i.aAlém do churrasco, o cupim também aparece em receitas assadas, desfiadas ou cozidas com molhos. Sua versatilidade permite utilizá-lo em diversas preparações da culinária brasileira.
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