Pesquisadores da UFRJ e da Universidade Estadual do Maranhão estudam a tarina, proteína extraída do taro (Colocasia esculenta), também chamado de inhame em algumas regiões. A substância apresentou resultados promissores em pesquisas laboratoriais sobre o câncer.
Nos experimentos, a tarina demonstrou capacidade de interferir na multiplicação de células de câncer de mama e glioblastoma, um tumor cerebral agressivo. Os pesquisadores também observaram alterações em mecanismos relacionados à sobrevivência dessas células.
Crédito: Imagem gerada por i.aOs resultados são preliminares e não comprovam que comer inhame previna ou trate o câncer. A pesquisa investiga uma proteína isolada e preparada em laboratório. Novos testes serão necessários para avaliar sua segurança e eficácia em seres humanos.
Crédito: Imagem gerada por i.aRico em carboidratos, o inhame fornece energia para as atividades diárias. Também apresenta baixo teor de gordura e pode integrar uma alimentação equilibrada. Seu valor nutricional varia conforme a espécie e a forma de preparo.
Crédito: Imagem gerada por i.aO inhame é consumido há séculos em diferentes regiões do mundo. No Brasil, aparece em sopas, purês, ensopados e outras receitas. É uma boa fonte de carboidratos e pode substituir batatas e outros alimentos ricos em amido
Crédito: Imagem gerada por i.aO inhame contém fibras, que contribuem para o funcionamento intestinal, além de minerais como potássio e magnésio. Esses nutrientes participam de funções importantes do organismo, incluindo a atividade muscular e o equilíbrio dos líquidos corporais.
Crédito: Imagem gerada por i.aO inhame é cultivado principalmente em regiões tropicais e subtropicais, onde encontra temperaturas elevadas e boa disponibilidade de água. No Brasil, seu cultivo é tradicional no Nordeste, especialmente em Pernambuco, Paraíba e Bahia. Também existem plantações em outras regiões do país, sobretudo em áreas de clima quente e úmido.
Crédito: Imagem gerada por i.aO inhame deve ser bem cozido antes do consumo. Algumas variedades contêm cristais de oxalato de cálcio, capazes de provocar irritação na boca e na garganta quando ingeridas cruas. O cozimento adequado reduz esse efeito e torna o alimento mais seguro.
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