Jennifer Garner fala sobre criar filhos com Ben Affleck após separação

Jennifer Garner falou recentemente em entrevistas sobre os desafios de criar os filhos ao lado do ex-marido Ben Affleck e como a separação mudou a dinâmica familiar. Ela explicou que, ao dividir a criação dos três filhos em casas diferentes, cada um acaba assumindo o papel de pai e mãe quando necessário. A atriz também comentou que teve dificuldades em lidar com as fofocas e matérias sensacionalistas sobre ela e os filhos na época do divórcio. Ela disse: “Eu não consigo consumir fofocas sobre mim ou sobre qualquer outra pessoa, muito menos sobre meus filhos. Você precisa ser inteligente sobre o que consegue ou não lidar e eu não conseguia lidar com o que estava sendo dito por aí. O fato em si é que era difícil, a dissolução real de uma família. Perder uma verdadeira parceria e amizade é que foi difícil”.

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Jennifer Garner e Affleck foram casados de 2005 a 2015 e tiveram três filhos juntos, Violet Anne, nascida em 2005, Seraphina, nascida em 2009, e Samuel, nascido em 2012. O término foi cercado por especulações, incluindo rumores de traição envolvendo uma babá, mas Garner já afirmou em outras ocasiões que essa não foi a causa da separação. Segundo ela, eles já estavam separados quando ela soube da traição. Depois do divórcio, os dois mantiveram uma relação de respeito e apoio. Garner, inclusive, ajudou Affleck em momentos difíceis.

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Aliás, Garner será produtora executiva do reboot do clássico "De Repente 30". A Netflix já revelou que os protagonistas dessa nova versão serão Logan Lerman e Emily Bader. O longa ainda não tem previsão de estreia e promete atualizar a história para os dias atuais, mas manter a premissa original.

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Saiba mais, a seguir, sobre Jennifer Garner. Nascida em 17 de abril de 1972 em Houston, Texas, nos Estados Unidos, é conhecida por protagonizar a série de televisão "Alias: Codinome Perigo" e ter protagonizado filmes de sucesso como "De Repente 30", "Elektra", "Juno" e "Clube de Compras Dallas".

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Filha de um engenheiro químico e de uma professora de inglês, Garner foi criada em Charleston, Virgínia Ocidental, com suas duas irmãs. Ela se formou em Teatro na Universidade Denison, em Ohio. Depois de atuar nos palcos de Nova York e trabalhar em um restaurante, mudou-se para Los Angeles para tentar carreira em Hollywood.

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No início, conseguiu papéis em algumas séries de TV e filmes para a TV. Seu primeiro papel principal foi em 1997, como Mary Rose Clayborne em "Rose Hill", um filme para TV baseado no romance western de Julie Garwood. Mas ambas as séries foram canceladas após alguns episódios, mas foi por sua atuação na série de sucesso "Felicity" que chamou atenção de J.J. Abrams, criador da série.

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Abrams, então, a chamou para protagonizar sua nova série de espionagem "Alias: Codinome Perigo" como a agente da CIA Sydney Bristow. A produção, que estreou em 2001 e terminou em 2006 com duração de 5 temporadas, fez com que a atriz conquistasse uma legião de fãs e muitos elogios da crítica. Garner ganhou um Globo de Ouro de Melhor Atriz - Série Dramática por sua atuação na série e também recebeu diversas indicações ao Emmy.

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A série acompanha a vida de Sydney Bristow, uma jovem recrutada por uma organização secreta que acredita ser do governo, mas que depois descobre que, na verdade, a agência é uma organização criminosa. A partir daí, ela passa a atuar como agente dupla e colaborar com a CIA enquanto mantém sua identidade em segredo.

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Paralelamente a "Alias: Codinome Perigo", Garner atuou em vários filmes, como no filme de Steven Spielberg "Prenda-me se for capaz", em 2002, no filme de herói da Marvel "Demolidor", de 2003, ao lado de Affleck, no qual interpretou Elektra. Papel que reprisou depois no filme solo de 2005 e em "Deadpool e Wolverine", em 2024, e sua primeira protagonista no cinema foi na comédia romântica "De Repente 30".

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"De Repente 30", que também foi protagonizado por Mark Ruffalo, foi um sucesso comercial e de crítica, e Garner recebeu críticas muito positivas por sua atuação e se tornou um dos clássicos dos anos 2000. No longa, Garner é Jenna Rink, uma adolescente de 13 anos que, cansada de ser ignorada na escola, faz um desejo para se tornar adulta. No dia seguinte, ela acorda com 30 anos, vivendo uma vida aparentemente bem-sucedida em Nova York.

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Depois do fim de "Alias", Garner preferiu se dedicar ao cinema e esteve em filmes como "Clube de Compras Dallas", "Juno", "Pegar e Largar", "O Reino", "Minhas Adoráveis Ex-Namoradas", "Idas e Vindas do Amor", "A Grande Escolha", "Milagres do Paraíso", "Com Amor, Simon", mas também atuou em algumas séries, como é o caso de “A Última Coisa Que Ele Me Falou”.

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Jennifer Garner teve que enfrentar uma situação delicada nos anos 2000. Ela foi perseguida por Steven Burky entre 2002 e 2003, e novamente de 2008 a 2009. Em 2008, ela, seu então marido Ben Affleck e a filha do casal, Violet, conseguiram uma ordem de restrição contra ele. Burky acabou sendo preso em dezembro de 2009, do lado de fora da pré-escola frequentada por Violet. Em março de 2010, foi considerado mentalmente perigoso e encaminhado para um hospital psiquiátrico estadual da Califórnia, além de receber a ordem de manter distância da família Garner-Affleck por dez anos, caso fosse libertado.

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