O jequitibá está entre as árvores mais imponentes da Mata Atlântica, com exemplares que alcançam grandes dimensões. Algumas espécies sofreram historicamente com a exploração de sua madeira e a perda de habitat. Entre elas estão o jequitibá-rosa e o jequitibá-cravinho. Na foto, exemplar no Caminho do Ouro, no Rio de Janeiro.
O nome jequitibá tem origem tupi e acompanha uma das árvores mais imponentes das florestas brasileiras. Algumas espécies podem atingir dezenas de metros de altura e desenvolver troncos de grandes dimensões. Jequitibás figuram entre os gigantes da flora brasileira, ao lado de árvores como angelins e jatobás.
Crédito: IuriPortillo wikimedia commonsEm 1925, Albert Einstein visitou o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e ficou impressionado com um imponente jequitibá. O exemplar associado à passagem do cientista morreu décadas depois. Em seu lugar, outro jequitibá foi plantado, preservando a memória desse encontro histórico.
Crédito: DivulgaçãoNo Parque Estadual de Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro (SP), vive o Patriarca, um monumental jequitibá-rosa. Considerado um dos exemplares mais antigos e imponentes do Brasil, tem idade estimada em centenas de anos, embora algumas estimativas populares indiquem mais de 2 mil anos.
Crédito: Mauroguanandi wikimedia commonsConhecido como Patriarca, o monumental jequitibá-rosa do Parque Estadual de Vassununga impressiona pelas dimensões. A árvore tem cerca de 40 metros de altura e mais de 11 metros de circunferência. Seu enorme tronco ajuda a explicar por que o exemplar se tornou uma das atrações do parque.
Crédito: Mauro Halpern wikimedia commonsNa novela “Renascer”, o jequitibá tem papel simbólico na história de José Inocêncio. Ainda jovem, o personagem finca um facão aos pés da árvore e estabelece uma espécie de pacto com ela. A cena associa a força e a longevidade do jequitibá ao destino do protagonista.
Crédito: Reprodução de cena novela RenascerO jequitibá também ganhou espaço na música brasileira. Na canção “Jequitibá”, de José Ramos e Zé da Zilda, a árvore é usada como símbolo da força e da resistência da Mangueira. A composição foi gravada por Beth Carvalho.
Crédito: Mauroguanandi wikimedia commonsO jequitibá também inspirou a música popular brasileira. O samba “Jequitibá”, associado ao compositor mangueirense José Ramos, usa a imponência da árvore como símbolo da Mangueira. A canção ganhou, entre outras, uma gravação na voz de Beth Carvalho.
Crédito: Mauroguanandi, wikimedia commonsOutro clássico que menciona a árvore é “Saudade de Minha Terra”, composição de Goiá e Belmonte que ganhou diversas gravações, inclusive de Milionário & José Rico. A letra retrata a saudade da vida no campo e cita o sabiá cantando no jequitibá.
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