Poluição sem fronteiras: cidades que enfrentam graves problemas com a qualidade do ar

Grandes centros urbanos ao redor do mundo enfrentam diferentes formas de poluição, provocadas pelo trânsito intenso, pela atividade industrial, pela queima de combustíveis e até por fatores naturais. Em algumas cidades, o problema alcançou níveis preocupantes e se tornou um desafio permanente para autoridades e moradores. A seguir, conheça alguns exemplos.

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Nova Délhi, Índia – A capital indiana enfrenta episódios recorrentes de grave poluição atmosférica, especialmente em determinadas épocas do ano. Trânsito, atividades industriais, poeira, queimadas agrícolas e condições meteorológicas estão entre os fatores que contribuem para a baixa qualidade do ar na região de Délhi.

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Cracóvia, Polônia – Localizada no sul do país, Cracóvia é um dos principais centros históricos e culturais da Polônia. A cidade enfrentou durante décadas graves problemas de poluição atmosférica, associados principalmente ao uso de carvão para aquecimento e às emissões do trânsito e da indústria.

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Karachi, Paquistão – Maior cidade e principal centro financeiro do Paquistão, Karachi enfrenta sérios desafios ambientais decorrentes de sua rápida urbanização. Poluição do ar, descarte inadequado de resíduos, esgoto e contaminação da água estão entre os problemas enfrentados pela metrópole.

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Mumbai, Índia – Uma das maiores metrópoles da Índia e importante centro econômico do país, Mumbai enfrenta episódios recorrentes de poluição atmosférica. Emissões de veículos, obras, poeira em suspensão, atividades industriais e queima de resíduos estão entre os fatores que prejudicam a qualidade do ar.

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Cidade do México, México – A capital mexicana já foi considerada uma das cidades mais poluídas do mundo, especialmente no fim do século XX. Desde então, medidas de controle reduziram parte do problema, mas a metrópole ainda enfrenta episódios de baixa qualidade do ar, favorecidos pelo trânsito, pelas emissões e por sua geografia.

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Shenyang, China – Capital da província de Liaoning, no nordeste da China, Shenyang é um importante polo industrial e enfrentou historicamente graves episódios de poluição do ar. A atividade industrial, o uso de carvão e o crescimento urbano contribuíram para o problema, embora medidas de controle tenham melhorado a qualidade do ar nas últimas décadas.

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Bishkek, Quirguistão – Capital do Quirguistão, na Ásia Central, Bishkek enfrenta graves episódios de poluição atmosférica, sobretudo durante o inverno. Segundo a ONU, a queima de carvão para aquecimento, o trânsito e outras fontes de combustão contribuem para elevar a concentração de partículas nocivas no ar.

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Lahore, Paquistão – Capital da província de Punjab, Lahore enfrenta graves e recorrentes episódios de poluição atmosférica, especialmente durante a temporada de smog. A situação já levou autoridades a adotar medidas emergenciais, como fechamento de escolas e restrições a atividades, para reduzir a exposição da população.

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Calcutá, Índia – Capital de Bengala Ocidental e uma das maiores metrópoles indianas, Calcutá enfrenta episódios recorrentes de elevada poluição atmosférica. Emissões de veículos, poeira, atividades industriais e queima de combustíveis contribuem para o problema, que já motivou restrições à circulação de veículos antigos.

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Daca, Bangladesh – Capital de Bangladesh e uma das maiores metrópoles do sul da Ásia, Daca enfrenta graves e recorrentes problemas de poluição atmosférica. Emissões do trânsito, poeira de obras, atividades industriais e olarias nos arredores estão entre as principais fontes de partículas que comprometem a qualidade do ar.

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Cairo, Egito – Uma das maiores metrópoles da África, Cairo enfrenta há décadas problemas de poluição atmosférica. Trânsito intenso, atividades industriais, queima de resíduos e poeira contribuem para a concentração de partículas no ar, problema agravado pelas condições climáticas e geográficas da região.

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Ulaanbaatar, Mongólia – A capital da Mongólia enfrenta episódios severos de poluição do ar, principalmente durante o rigoroso inverno. O uso de combustíveis sólidos para aquecer residências, somado às emissões de veículos e usinas, favorece a formação de uma espessa camada de poluentes sobre a cidade.

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