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Xabi Alonso está fora do Real Madrid: veja 7 ídolos que não deram certo como treinadores
O sucesso como jogador nem sempre se repete no banco de reservas; relembre casos de grandes craques que fracassaram ao comandar o clube do coração
Ídolo do Real Madrid, Xabi Alonso simboliza o caminho que muitos grandes jogadores tentam seguir após aposentar: a transição do gramado para o banco de reservas. Embora seja um movimento natural no futebol, o sucesso como atleta raramente garante uma trajetória vitoriosa como treinador. Para a torcida, ver um ídolo no comando do time do coração cria uma expectativa enorme, que muitas vezes acaba se transformando em frustração. A pressão por resultados imediatos e a pouca experiência na nova função costumam encurtar essas jornadas.
A lista de lendas que não conseguiram repetir o brilho como técnicos em seus clubes de alma é extensa e atravessa fronteiras. Relembre sete casos emblemáticos em que a idolatria não foi suficiente para sustentar o trabalho à beira do campo.
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Rogério Ceni (São Paulo)
Maior ídolo da história do São Paulo, o ex-goleiro teve duas passagens como técnico do clube (2017 e 2021-2023). Em ambas, apesar de momentos pontuais de bom futebol, não conquistou títulos de grande expressão e acumulou eliminações dolorosas, encerrando seus ciclos sob forte pressão da mesma torcida que o venerou por décadas.
Frank Lampard (Chelsea)
Artilheiro máximo da história do Chelsea, Lampard assumiu o time em 2019 com grande apoio popular. Contudo, a falta de consistência levou à sua demissão em janeiro de 2021. Ele retornou como interino em 2023 para uma passagem ainda mais desastrosa, com um aproveitamento baixíssimo de vitórias.
Andrea Pirlo (Juventus)
Considerado um dos meio-campistas mais geniais de sua geração, Pirlo foi contratado pela Juventus em 2020 sem qualquer experiência prévia como treinador. Em sua única temporada, viu o time perder a hegemonia do Campeonato Italiano após nove títulos consecutivos e, apesar da conquista da Copa da Itália, o desempenho geral levou à sua dispensa.
Diego Maradona (Seleção Argentina)
A idolatria por Maradona na Argentina é incomparável. No comando da seleção, levou o time à Copa do Mundo de 2010 com uma campanha irregular e muito dependente do talento de Messi. A jornada terminou de forma melancólica, com uma goleada por 4 a 0 para a Alemanha nas quartas de final.
Thierry Henry (Monaco)
Onde despontou para o futebol, Henry teve sua primeira grande chance como técnico. Em 2018, assumiu o Monaco para tentar livrar a equipe do rebaixamento. O resultado foi um fracasso retumbante, com apenas cinco vitórias em 20 jogos, culminando em sua demissão em pouco mais de três meses.
Alan Shearer (Newcastle)
Maior artilheiro da história do Newcastle, Shearer aceitou a missão de salvar o clube do rebaixamento nas últimas oito rodadas da temporada 2008/2009. O herói local, no entanto, venceu apenas uma partida no período e não conseguiu evitar a queda para a segunda divisão.

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo.
Renato Portaluppi (Flamengo)
Ídolo como jogador nos anos 1980, Renato retornou ao Flamengo em 2021 cercado de enormes expectativas. Apesar de levar o time à final da Libertadores, seu trabalho foi marcado por um futebol irregular e pela dolorosa derrota na decisão para o Palmeiras, o que tornou sua permanência insustentável.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.