“Tenho inveja de Maduro”, diz Eduardo Bolsonaro ao comentar prisão do pai - Super Rádio Tupi
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“Tenho inveja de Maduro”, diz Eduardo Bolsonaro ao comentar prisão do pai

A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais, em que Eduardo compartilha imagens de Maduro

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Foto: Reprodução / Redes sociais

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta segunda-feira (12) que sente “inveja” do presidente venezuelano Nicolás Maduro ao comparar as condições de detenção dele com as do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita em um vídeo publicado nas redes sociais, em que Eduardo compartilha imagens de Maduro caminhando no pátio de uma prisão nos Estados Unidos.

No vídeo, Eduardo diz que, ao ver imagens em que Maduro pode se deslocar por um espaço amplo no presídio americano, começa a fazer comparações com o tratamento recebido por Bolsonaro, que está detido em uma cela na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Veja as imagens:

“Quando você vê esse tipo de imagem, onde ele pode caminhar em um bom espaço, eu começo a comparar com meu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Hoje meu pai vive em um lugar que tem, eu não sei, uns 30 metros quadrados, ouvindo o dia inteiro, todos os dias, esse barulho que vem do ar condicionado”, afirmou.

Eduardo também criticou as condições da detenção de Bolsonaro, alegando que o ex-presidente vive em um espaço restrito, com barulho constante de ar-condicionado, e que precisa de autorização de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) para atendimento médico, diferente do que ele acredita que aconteceria com Maduro.

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado à pena de 27 anos e três meses de prisão por sua participação em uma trama contra a democracia brasileira, relacionada aos eventos de 8 de janeiro de 2023, e desde novembro cumpre pena sob custódia da Polícia Federal em Brasília.

Maduro, por sua vez, foi capturado pelas autoridades dos Estados Unidos no início de janeiro e permanece detido em uma penitenciária federal no Brooklyn, em Nova York, que chegou a ser descrita por advogados como um local de condições precárias.