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Automobilismo

Hábitos que mais estragam os carros e podem ser evitados no dia a dia

Condução inadequada impacta segurança e bolso do motorista

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Hábitos que mais estragam os carros e podem ser evitados no dia a dia
Hábitos diários influenciam diretamente a durabilidade do carro

Manutenção inesperada, barulho estranho no motor ou aquela conta alta na oficina quase sempre têm uma origem em comum: hábitos do dia a dia que parecem inofensivos, mas que, com o tempo, destroem o carro por dentro. Entender quais são esses hábitos que mais estragam os carros ajuda qualquer motorista a evitar dor de cabeça, gastos desnecessários e até situações de risco no trânsito, além de prolongar a vida útil do veículo e preservar sua segurança e valor de revenda.

Quais hábitos mais estragam os carros sem ninguém perceber

Grande parte dos problemas mecânicos não surge de uma hora para outra. Eles vão sendo construídos aos poucos, com pequenos comportamentos repetidos, até que a conta da oficina aparece.

Entre os hábitos que mais estragam os carros, estão atitudes simples que poderiam ser corrigidas com ajustes na forma de dirigir e cuidar do veículo. Adotar condução preventiva e manutenção preventiva ajuda a evitar reparos caros e paradas inesperadas.

Hábitos que mais estragam os carros e podem ser evitados no dia a dia
Pequenas atitudes aceleram o desgaste de peças importantes – Créditos: depositphotos.com / romanlisovy

Descansar a mão no câmbio pode destruir a transmissão

Um dos costumes mais comuns entre motoristas é dirigir com a mão apoiada na alavanca de câmbio. Esse gesto, que parece confortável, coloca pressão constante sobre componentes internos da transmissão, como engrenagens e sincronizadores.

Com o tempo, esse esforço extra pode causar dificuldade para engatar marchas, ruídos e até falhas graves em câmbios manuais e automáticos. Como a caixa de câmbio é complexa e cara, manter as duas mãos no volante é questão de segurança e economia.

Andar sempre na reserva estraga o carro aos poucos

Um hábito comum é rodar com o tanque sempre na reserva, o que aumenta a chance de impurezas e sedimentos acumulados no fundo do tanque circularem pelo sistema de alimentação, atingindo bicos injetores e componentes da injeção eletrônica.

Além disso, em muitos veículos a bomba de combustível é lubrificada e refrigerada pelo próprio combustível. Para reduzir riscos de falhas antecipadas nesse sistema, alguns cuidados simples fazem diferença no dia a dia:

  • Evitar rodar longos períodos com a luz da reserva acesa.
  • Abastecer antes que o nível fique muito baixo, mantendo o tanque em torno de 1/4.
  • Ficar atento a falhas, engasgos ou perda de desempenho após rodar muito na reserva.
  • Realizar manutenção preventiva do sistema de injeção conforme o fabricante.

Como o jeito de frear gasta freios e deixa o carro inseguro

Frenagem frequente e desnecessária é outro ponto crítico. Manter o pé apoiado no pedal do freio o tempo todo ou “frear em cima” desgasta pastilhas e discos de freio, eleva a temperatura do sistema e pode comprometer o desempenho em emergências.

Em descidas, manter o pedal pressionado por longos períodos aumenta o risco de superaquecimento. Nesses casos, o uso correto do freio motor e a verificação periódica das peças tornam a condução mais segura e econômica.

Confira a publicação do Zapay, no YouTube, com a mensagem “7 hábitos que mais estragam os carros”, destacando comportamentos que prejudicam o veículo, erros comuns de uso e manutenção e o foco em ajudar motoristas a preservar o carro e evitar gastos:

Ignorar barulhos, esquecer o freio de mão e forçar motor frio faz diferença

Ruídos estranhos como rangidos, estalos ou cliques são sinais de que algo não está funcionando bem. Ignorar esses avisos transforma problemas pequenos em quebras mais sérias, muitas vezes ocorrendo em viagens ou vias movimentadas.

Outro mau hábito é não usar o freio de mão ao estacionar, principalmente em locais inclinados. Nessa situação, todo o peso do carro fica apoiado na caixa de câmbio, sobrecarregando componentes internos e encurtando sua vida útil.

Outros hábitos que detonam o carro aos poucos

Forçar o motor frio em altas rotações é um erro frequente. Mesmo com motores modernos, é importante evitar giros muito altos enquanto o motor não atinge a temperatura ideal, protegendo o lubrificante e o sistema de arrefecimento.

Descer ladeira com o pé constantemente no freio provoca superaquecimento de pastilhas e discos, reduz a eficiência da frenagem e aumenta o risco de fadiga do sistema. Seguir as recomendações do fabricante e adotar direção defensiva ajudam a manter o carro em boa forma por muito mais tempo.