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Operação mira esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 338 milhões no Rio

Investigação aponta atuação de organização criminosa com uso de empresas de fachada, “laranjas” e saques fracionados

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Foto: Divulgação/PCERJ

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, nesta quarta-feira (20), a operação “Tarja Oculta” contra uma organização criminosa suspeita de movimentar mais de R$ 338 milhões em um esquema de lavagem de dinheiro.

Segundo as investigações, iniciadas em 2022 após alerta de uma instituição financeira, o grupo utilizava empresas de fachada, contas de passagem e “laranjas” para ocultar a origem dos valores. Um dos casos que chamou atenção foi a tentativa de saque de R$ 1 milhão em espécie em uma agência bancária.

Os policiais identificaram que a organização é composta por ao menos 25 integrantes, divididos em seis núcleos com funções específicas. A estratégia incluía saques fracionados e movimentações incompatíveis com a renda declarada, dificultando o rastreamento do dinheiro.As apurações, baseadas em Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), também apontam intensa circulação de valores entre os investigados e indícios de crimes como clonagem de cartões.

A operação segue em andamento para aprofundar a identificação da estrutura financeira do grupo e rastrear o destino dos recursos ilícitos.

Agentes da Delegacia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DCC-LD) cumprem mandados de busca e apreensão em endereços nas zonas Oeste e Norte da capital. A ação conta com apoio da Core e de equipes dos departamentos DGPE, DGPC e DGPB.