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Imóvel de luxo com 15 suítes e piscina usado por criminosos é demolido no Vidigal; veja imagens

Imóvel de quatro andares funcionava irregularmente como hostel e, segundo a prefeitura, era utilizado por criminosos da região. Veja imagens

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Luxuosa construção, de quatro andares, fica no Vidigal, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foto: Fábio Costa/SEOP

Uma luxuosa construção de quatro andares no Vidigal, na Zona Sul do Rio de Janeiro, começou a ser posta abaixo na manhã desta sexta-feira (12). A operação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) mira um imóvel de alto padrão que era utilizado por criminosos da região.

A residência, situada na Rua Hebert de Souza, já havia sido ocupada por alvos de uma ação das forças de segurança realizada no dia 20 de abril. Com vista para as praias cariocas, a estrutura contava com piscina e churrasqueira, funcionando ilegalmente como um hostel.

Veja imagens:

Construção irregular e prejuízo milionário

De acordo com técnicos da prefeitura, o edifício foi erguido sem nenhuma licença urbanística ou autorização legal. A área total de 540 m² era dividida entre uma ampla área de lazer e dez suítes em operação, além de outras cinco que estavam sendo finalizadas no topo do prédio.

Foto: Fábio Costa/SEOP

A estimativa dos engenheiros municipais é que a demolição resulte em um prejuízo de R$ 2 milhões aos responsáveis pela obra. A prefeitura reforçou que o projeto desrespeitava todos os parâmetros exigidos para construções naquela localidade.

O secretário de Ordem Pública, Marcus Belchior, destacou que o imóvel possuía alto valor de mercado e servia frequentemente ao crime organizado. “Seguiremos coibindo essas ilegalidades, ordenando todas as regiões do Rio e auxiliando o trabalho das forças de segurança”, afirmou o secretário.

Forças integradas atuam na comunidade

As equipes chegaram ao endereço por volta das 8h para iniciar os trabalhos de desmonte da estrutura. A ação conta com o suporte técnico de diversos órgãos municipais, como a Comlurb, Rioluz, Secretaria de Assistência Social e a Guarda Municipal.

Para garantir a integridade dos funcionários e o controle do perímetro, a Polícia Militar também presta apoio à operação. A prefeitura mantém o monitoramento para evitar que novas construções sem licenciamento avancem em áreas conflagradas da capital.