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A caneta de várias cores que virou febre nos estojos e fazia todo mundo testar a velocidade dos cliques
Modelo de quatro cores marcou a escola, o escritório e a memória de quem não resistia ao som dos botões
Antes dos celulares virarem distração de bolso, havia um objeto capaz de prender a atenção de qualquer estudante por alguns minutos. Bastava apertar uma cor, trocar para outra e repetir o movimento sem parar, porque o som dos cliques parecia tão divertido quanto escrever com ela.
Por que essa caneta virou febre entre estudantes e curiosos?
Ela chamava atenção porque não era uma caneta comum. Em vez de carregar várias unidades no estojo, a pessoa tinha quatro cores no mesmo corpo, prontas para mudar com um simples clique.
Na escola, isso virava quase um brinquedo. Muita gente alternava azul, preto, vermelho e verde só para testar a velocidade dos dedos, competir com os colegas ou fazer aquele barulho repetido que marcou gerações.
Qual era a caneta de várias cores que todo mundo clicava sem parar?
O objeto por trás dessa lembrança é a BIC 4 Colours, a clássica caneta de quatro cores da BIC, lançada em 1970 e criada para trocar a cor da escrita sem precisar mudar de caneta.
A proposta era simples e genial: reunir quatro cargas em um único corpo. Na prática, ela servia para anotar, sublinhar, corrigir, destacar tarefas e, claro, virar passatempo nas mãos de quem não resistia aos botões coloridos.
- Tinha quatro cores no mesmo corpo
- Mudava a tinta com um clique mecânico
- Era usada em escolas, escritórios e agendas
- Virou lembrança afetiva por causa do som e da brincadeira
Para complementar o tema, o canal Silvana Oliveira, que conta com 425 inscritos no YouTube, apresenta o vídeo “BIC 4 Colours STRESS”. O material mostra a caneta BIC de quatro cores em um contexto ligado ao uso repetido dos cliques, ajudando a visualizar melhor a lembrança citada na matéria:
Como essa caneta de várias cores virou um ícone tão duradouro?
Segundo a BIC, a caneta 4 Colours foi inventada em 1970 para simplificar a vida dos consumidores, permitindo trocar a cor da tinta sem trocar de caneta. A própria marca resume a ideia com a proposta de mudar as cores da escrita em um único objeto.
Essa praticidade explica por que ela atravessou décadas. A caneta era útil para organizar cadernos, separar assuntos e destacar informações, mas também tinha um lado lúdico que nenhum anúncio precisava explicar.
O que fazia o clique dessa caneta ser tão viciante?
O encanto estava no mecanismo. Cada botão tinha uma resistência própria, um som seco e uma resposta imediata, criando aquela sensação de controle que fazia muita gente apertar várias vezes seguidas.
| Detalhe da caneta | O que fazia na prática | Por que marcou tanta gente |
|---|---|---|
| Quatro botões coloridos | Escolhiam a cor da tinta | Pareciam pequenos comandos de um brinquedo |
| Som do clique | Confirmava a troca da cor | Virou mania em sala de aula e no escritório |
| Corpo mais grosso | Guardava as quatro cargas internas | Dava uma sensação diferente na mão |
| Troca rápida de tinta | Permitida mudar de cor no mesmo texto | Facilitava organizar anotações e brincar ao mesmo tempo |
Essa mistura de utilidade e diversão explica por que a caneta ficou na memória. Ela resolvia um problema real, mas também oferecia uma pequena brincadeira mecânica escondida no cotidiano.
Por que a caneta de várias cores virou símbolo de lembrança escolar?
A caneta de várias cores lembrava caderno organizado, agenda marcada, prova corrigida, bilhete colorido e estojo cheio. Para muitos estudantes, ter uma dessas era quase um sinal de status discreto.
Também havia uma graça coletiva. Um colega começava a clicar, outro tentava fazer mais rápido, alguém reclamava do barulho e logo a caneta deixava de ser só material escolar para virar parte da rotina da sala.
- Era útil para separar matérias no caderno
- Ajudava a destacar datas e recados
- Virava passatempo entre uma aula e outra
- Tinha um som reconhecível por quem viveu a época

Por que ela continua reconhecível mesmo tantos anos depois?
A força dessa caneta está no fato de ser simples, visual e fácil de lembrar. Quatro cores, quatro botões e um clique bastaram para criar um objeto que atravessou gerações sem perder identidade.
Hoje, ela ainda existe em versões novas, cores diferentes e edições especiais, mas a lembrança mais forte continua sendo a mesma: aquele impulso quase automático de apertar os botões, testar a velocidade dos cliques e sentir, por alguns segundos, que uma caneta também podia ser brinquedo.