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No Café com Pimenta, Roberto Canázio relembra carreira como ator de fotonovelas

Comunicador contou que estrelou produções da revista Sétimo Céu graças ao sucesso na Rádio Manchete e dividiu cenas com Elymar Santos

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Roberto Canazio. Foto: Divulgação / Rádio Tupi

Muito antes de se consolidar como um dos grandes nomes do rádio brasileiro, Roberto Canázio viveu uma fase inusitada da carreira. Durante participação no podcast Café com Pimenta, da Super Rádio Tupi, apresentado pela jornalista Márcia Pinho, na última segunda-feira (29), o comunicador relembrou que, no auge do sucesso na Rádio Manchete, também se tornou protagonista de fotonovelas publicadas pela tradicional revista “Sétimo Céu”, sucesso editorial nas décadas de 1970 e 1980.

Canázio contou que a popularidade conquistada nos microfones fez com que sua imagem extrapolasse o rádio. Além de estampar pôsteres distribuídos pela editora, ele passou a atuar em produções românticas que faziam enorme sucesso entre os leitores da revista.

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“O sucesso na Rádio Manchete acabou me levando para as páginas da Sétimo Céu. Eu fazia fotonovelas, participava de ensaios e minha foto saía em pôsteres. Foi uma experiência muito diferente da rotina no rádio“, relembrou.

Entre as histórias que marcaram esse período, o comunicador destacou uma fotonovela em que contracenou com o cantor Elymar Santos. Na trama, Canázio interpretava o personagem Gilson e viveu uma experiência completamente diferente daquela a que estava acostumado nos estúdios de rádio. Segundo ele, o trabalho exigia dedicação às gravações e uma adaptação ao universo das produções fotográficas.

Durante a conversa, Canázio também divertiu os apresentadores ao recordar um episódio curioso ocorrido nos bastidores das gravações no Mirante de Botafogo, na Zona Sul do Rio, um dos cenários escolhidos para a produção. O comunicador revelou que a movimentação no local chamou a atenção de quem passava e transformou a gravação em um momento inusitado. “Era tudo muito diferente. As pessoas paravam para ver o que estava acontecendo, e aquilo acabava chamando ainda mais atenção. Hoje lembro dessa fase com muito carinho”, contou.

A entrevista completa pode ser conferida abaixo: