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COB inaugura Calçadão da Fama do Time Brasil no marco de 2 anos para LA 2028

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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) preparou uma ação especial para comemorar o marco de dois anos para os Jogos Olímpicos Los Angeles 2028. Nesta terça-feira, entre a Rua Djalma Urich e Miguel Lemos, em Copacabana, o “Time Brasil” prestou uma homenagem aos atletas que escreveram um capítulo histórico do esporte brasileiro em Los Angeles 1984.

Inspirados na icônica Calçada da Fama de Hollywood, criamos através de uma escultura de areia o Calçadão da Fama do Time Brasil, onde cada estrela representa um medalhista olímpico daquela edição dos Jogos. A iniciativa celebra o legado dessas conquistas, conecta diferentes gerações de atletas e reforça a trajetória de excelência do Brasil nos Jogos Olímpicos — unindo passado, presente e futuro no mesmo palco que, em 2028, voltará a receber o maior evento esportivo do mundo.

O presidente do COB, Marco La Porta, falou sobre a importância do evento.

“E é importante sempre fazer uma relação com um passado que foi um Brasil nos Jogos Olímpicos de 84, os medalhistas olímpicos que estão aqui, como o Gilmar, o Bernard e o Pradinho e trazendo um pouquinho desse clima de Los Angeles, comparando o Calçadão de Hollywood com o Calçadão de Copacabana, e Copacabana que tem tanto simbolismo. Fazendo agora 10 anos dos Jogos Olímpicos do Rio e as datas se confunde e é importante marcar os 2 anos que faltam para os jogos de Los Ângeles.”, disse o presidente do COB.

O medalista olímpico de 84, Ricardo Prado se disse  contente com a evolução do esporte no Brasil.

“Eu fico feliz que, após tantas décadas, vejo o esporte brasileiro andando muito bem, correndo, não caminhando..

Então, muito mais recursos, muito mais conhecimento, muito mais investimento, investimento em dirigentes também, que sempre foi um problema lá atrás, a gente era maltratado pelos dirigentes, recursos para investir em treinamento, em tecnologia, em treinamentos fora do país, para se especializar mais. Então eu vejo com olhos muito positivos as condições dos atletas.”,  

O ex-goleiro e medalha de prata de 1984 no futebol, Gilmar Rinaldi, disse que não se compara a emoção de disputar uma olimpíada e uma Copa do Mundo.

“Na verdade eu estava lá como um atleta e como um torcedor. Porque você convive dia a dia com os outros atletas de todas as modalidades, sabendo que esses atletas são fantásticos, treinaram quatro anos, muitas vezes, para correr, dez segundos, vinte segundos, entender o porquê de eles estarem lá, o que eles estavam tendo tanto, sacrifício , com lesões e superando. Eu participei de duas Copas do Mundo, uma com o jogador e uma com observador. Mas uma olimpíada não tem nada igual.”, disse Gilmar Rinaldi.

A iniciativa celebra o legado dessas conquistas, conecta diferentes gerações de atletas e reforça a trajetória de excelência do Brasil nos Jogos Olímpicos — unindo passado, presente e futuro no mesmo palco que, em 2028, voltará a receber o maior evento esportivo do mundo.