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Idoso assina consórcio de imóvel achando que era financiamento, pede desistência no mês seguinte e descobre em quantos anos o dinheiro volta e quanto a administradora pode reter

Filha encontra testamento do pai na gaveta, mas assinatura não garante que ele seja válido

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Idoso assina consórcio de imóvel achando que era financiamento, pede desistência no mês seguinte e descobre em quantos anos o dinheiro volta e quanto a administradora pode reter
Aposentado pensa que assina financiamento, mas descobre no mês seguinte que era consórcio

🏠 Achou que era financiamento, era consórcio

O idoso quis desistir logo no mês seguinte e descobriu que o dinheiro não volta assim tão rápido. ⬇️

Um aposentado assinou um contrato de consórcio de imóvel acreditando se tratar de um financiamento tradicional. Ao perceber a diferença já no mês seguinte, pediu a desistência imediata, esperando receber o dinheiro de volta rapidamente. A resposta da administradora revelou uma regra pouco conhecida sobre o tempo real de devolução nesse tipo de contrato.

Qual é a diferença entre consórcio e financiamento de imóvel?

No financiamento, o banco libera o valor total do imóvel de imediato, e o cliente paga parcelas com juros ao longo dos anos. No consórcio, um grupo de pessoas contribui mensalmente para formar uma poupança coletiva, e a contemplação com a carta de crédito acontece por sorteio ou lance, sem cobrança de juros, mas também sem garantia de prazo.

Por que a devolução do dinheiro não é imediata na desistência?

Historicamente, algumas administradoras defendiam que o consorciado desistente só receberia o valor de volta ao final do grupo, prática que gerava anos de espera. O Superior Tribunal de Justiça vem discutindo esse tema, buscando equilibrar o direito do consumidor a reaver seu dinheiro e a saúde financeira do grupo de consórcio.

Na prática, o prazo de devolução costuma variar conforme a data de encerramento do grupo específico ao qual o consorciado pertence, o que pode significar anos de espera dependendo do momento da desistência.

Idoso desiste de consórcio após um mês e descobre que dinheiro pode levar anos para voltar

Quanto a administradora pode reter do valor pago?

É comum a retenção de taxa de administração já paga, além de eventuais encargos previstos em contrato, o que reduz o valor final devolvido em relação ao total pago pelo consorciado até o momento da desistência.

Antes de assinar qualquer contrato de consórcio, vale entender os pontos que diferenciam essa modalidade do financiamento tradicional.

🏘️ Consórcio x financiamento: principais diferenças

💳 Financiamento: valor liberado de imediato, com juros ao longo do contrato.

🎯 Consórcio: contemplação por sorteio ou lance, sem cobrança de juros.

⏳ Desistência: devolução vinculada ao encerramento do grupo, em regra geral.

Fonte: CQCS, cobertura sobre regras de desistência de consórcio

Como avaliar se o consórcio é a opção certa para você?

Entender o funcionamento antes de assinar evita frustração futura. Vale considerar:

  • Ler com atenção o regulamento do grupo antes de aderir.
  • Perguntar diretamente sobre as regras de desistência e devolução.
  • Avaliar se há urgência para adquirir o imóvel, que o consórcio não garante.
  • Comparar o custo total com opções de financiamento tradicional.

Vale a pena desistir do consórcio já no início do contrato?

Pode valer, dependendo da urgência financeira do consorciado, mas é importante ter clareza de que o dinheiro pode demorar para retornar. Avaliar o contrato com calma antes de assinar evita esse tipo de arrependimento.

O que fazer se você assinou um consórcio achando que era financiamento?

Releia o contrato com atenção e busque esclarecimento formal sobre as regras específicas de desistência do seu grupo. Entender o prazo real evita expectativa equivocada sobre quando o dinheiro vai voltar.