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Globo amplia aposta em conteúdo para celular e mira patrocínios milionários
Emissora amplia projetos para YouTube e Globoplay, com séries sobre cultura brasileira, Festival de Parintins e moda, e aposta em cotas de patrocínio que chegam a R$ 4,92 milhões.
A Globo pretende aumentar a produção de conteúdos voltados ao consumo pelo celular em 2027, com projetos digitais destinados a plataformas como YouTube e Globoplay. A estratégia busca conquistar audiência, atrair anunciantes e ampliar as receitas com patrocínios.
Entre as novidades estão produções que exploram a cultura brasileira, os bastidores de grandes eventos e o universo da moda com formatos curtos e participação de personalidades conhecidas.
Um dos destaques é Brasil Celebra, apresentado por Milton Cunha. A série documental vai abordar tradições e manifestações culturais das cinco regiões do país, em cinco episódios de até 15 minutos, lançados semanalmente no YouTube e no Globoplay. As cotas de patrocínio variam de R$ 1,38 milhão a R$ 4,92 milhões.
Outro projeto é Parintins em Primeira Pessoa, com Marciele Albuquerque, ex-participante do Big Brother Brasil. A produção vai mostrar os bastidores do Festival Folclórico de Parintins sob a perspectiva da influenciadora. Os valores das cotas de patrocínio ficam entre R$ 176 mil e R$ 500 mil.
Já Moda à Brasileira, com Bia do Brás, mistura documentário e reality show. A atração acompanha jovens na criação de looks a partir do upcycling, técnica que consiste em reaproveitar e transformar materiais. A cota de patrocínio anunciada é de R$ 280 mil, sem incluir os custos de produção.
A iniciativa reflete a estratégia da Globo de fortalecer sua presença no ambiente digital, oferecendo conteúdos adaptados ao consumo pelo celular e novas oportunidades comerciais para as marcas.
Com formatos mais curtos, temas diversificados e parcerias com personalidades populares, a empresa busca ampliar sua atuação no mercado digital e transformar essas produções em uma fonte relevante de receita publicitária.
Os valores divulgados correspondem às cotas de patrocínio dos projetos e não representam, necessariamente, o lucro líquido obtido pela emissora.
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