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Após reunião de duas horas, Sampaoli e Santos adiam acerto para 2020

Presidente José Carlos Peres tentará cumprir desejos do treinador para mais investimentos no próximo ano; Palmeiras segue monitorando

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Foto: Ivan Storti/Santos

Em reunião que aconteceu na manhã desta segunda-feira (09) no CT Rei Pelé, o técnico Jorge Sampaoli não conseguiu acerta a sua permanência no Santos para 2020. Foram pouco mais de duas horas de encontro. Preocupado com a situação financeira do clube para a próxima temporada e buscando reforços de peso para brigar por títulos, o argentino agora aguarda uma resposta do Presidente José Carlos Peres para cumprir o seu contrato, que vai até o final de 2020.

Agora, o dirigente deve se reunir com membros do Comitê de Gestão para debater o que foi pedido. Em 2019, o Peixe contratou 14 atletas, gantando pouco mais de R$ 80 milhões. Sampaoli deseja um investimento maior para permanecer, enquanto o Santos já sabe que terá que gastar menos no próximo ano.

Anteriormente, muitas dúvidas já giravam em torno desta questão, principalmente por conta dos atritos do treinador com a diretoria santista ao longo da temporada e dos problemas extra-campo. Sampaoli, inclusive, era o principal alvo do Palmeiras para a próxima temporada.

Do lado de fora, alguns torcedores, inclusive crianças, pediam a permanência do treinador. Na vitória contra o Flamengo, no último domingo, a torcida ecoou os gritos pelo “fico” do comandante. Os jogadores também pediram a permanência do técnico, inclusive os atletas que não devem permanecer no clube, por saberem da sua importância para o Santos e para o futebol brasileiro.

Entenda o porquê a relação entre Jorge Sampaoli e José Carlos Peres se desgastou:

Após chegar ao Santos rodeado de boas expectativas, Jorge Sampaoli teve algumas derrotas expressivas no Campeonato Paulista, quando começou a criticar publicamente a diretoria por conta da demora em conseguir reforços

No meio da temporada, o que irritava o treinador era a demora na renovação contratual de jogadores da base, assim como do próprio elenco profissional, visando os próximos anos.

Visando amenizar o clima internamente, o Peixe trouxe Paulo Autuori para atuar como gestor de futebol e fazer o meio-campo entre diretoria e as quatro linhas. A relação com o presidente santista, no entanto, se desgastou ainda mais a Autuori deixou o clube antes do término do Brasileirão.

Enquanto isso, mesmo com a boa campanha em 2019, o planejamento do Santos para a próxima está ameaçado por conta das dificuldades financeiras e a falta de investimento. Sampaoli já foi avisado que o clube terá menos verba para investir. O treinador, no entanto, deseja montar um elenco para ser campeão.

Neste momento, três jogadores já deixaram o clube. O lateral-esquerdo Jorge, que tem seu contrato encerrado, o meia-atacante Derlis González, que fez um acordo para deixar o clube e o zagueiro Gustavo Henrique, que não vai permanecer.

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Não importa quantas visitas a assistência fez, quantas peças disse que estavam em falta ou quantas promessas foram feitas por telefone. Se o defeito não for resolvido dentro desse prazo, o consumidor não precisa mais aceitar reparo. A lei abre três alternativas à escolha dele, sem necessidade de negociação ou boa vontade da loja. Quais são os três direitos que surgem depois dos 30 dias sem solução? O CDC não deixa margem para interpretação nesse ponto. Esgotado o prazo sem que o produto seja devolvido em pleno funcionamento, o consumidor pode optar por uma das seguintes saídas: Devolução integral do valor pago, com correção monetária, encerrando o contrato e o parcelamento Substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeito estado de uso Abatimento proporcional do preço, mantendo o produto com desconto no saldo restante No caso do casal, que ainda tinha 17 parcelas pela frente, a devolução integral significaria receber de volta os valores já pagos e cancelar as parcelas futuras. A loja não pode recusar nenhuma dessas três opções quando o prazo legal já foi ultrapassado. A loja pode empurrar para a assistência técnica indefinidamente? Não. Esse é o ponto onde muitas lojas jogam com o desconhecimento do consumidor. Indicar a assistência técnica é uma prática legítima dentro do prazo de 30 dias, mas a responsabilidade pelo cumprimento desse prazo é da loja, não do consumidor. Se a assistência demora, cancela visitas ou não resolve, quem responde por isso perante o CDC é o fornecedor que vendeu o produto. Como o consumidor deve registrar a reclamação para garantir seus direitos? O registro formal é o que dá força jurídica a qualquer exigência posterior. Algumas formas de fazer isso com validade: E-mail para a loja ou assistência técnica com descrição do defeito e data clara Protocolo de atendimento gerado pelo SAC, sempre anotado ou salvo em print Reclamação registrada no site Consumidor.gov.br, plataforma oficial do governo federal Boletim de ocorrência no Procon mais próximo, com todos os documentos da compra Com esses registros em mãos, o consumidor tem prova do início do prazo e de cada tentativa frustrada de solução. Sem registro, a discussão vira palavra contra palavra. O que fazer quando a loja se recusa a devolver o dinheiro? 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