Capital Fluminense

Fuzis usados por PMs em confronto que terminou com morte de frentista serão periciados

A família de Bruno de Almeida pede por justiça; a PM afirma que o disparo veio dos bandidos

Por Tatiana Campbell

Bruno Leonardo Vidal de Almeida, de 39 anos
Bruno Leonardo Vidal de Almeida, de 39 anos, morto durante operação da PMERJ (Foto: Reprodução)

Os fuzis usados por policiais militares durante o confronto com traficantes, que acabou na morte do frentista Bruno Leonardo Vidal de Almeida, de 39 anos, em Tomás Coelho, na Zona Norte do Rio, serão periciados pela Polícia Civil. As armas foram apresentadas à Delegacia de Homicídios da Capital. Os agentes tentam descobrir de onde partiu o disparou que atingiu o frentista.

Bruno Leonardo de Almeida foi baleado em um dos acessos do Morro do Urubu, no início da manhã de sexta-feira (01), quando saía para trabalhar em um posto de combustível no Caju, Zona Portuária da cidade.

Em imagens de câmeras de segurança é possível ver uma intensa movimentação de criminosos. O frentista sem entender o que acontecia, acabou ficando no meio do fogo cruzado. Quando a polícia atirou, os criminosos correram, um deles chega a entrar em um dos condomínios da região.

Na tarde deste sábado aconteceu o enterro do frentista no cemitério de Inhaúma, na Zona Norte. A família pede por justiça. A PM afirma que o disparo veio dos bandidos. A ocupação no Morro do Urubu, contra o roubo de veículos na região, acontece, a princípio, até esta segunda-feira (04).

Segundo a corporação, um policial militar ficou ferido por estilhaços no pé e um bandido foi ferido. Ambos foram levados para o Salgado Filho. O PM já recebeu alta.



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